Inimigo público

Portugal

2008.09.15 07:53 Portugal

Um lugar para discutir apenas artigos relacionados com Portugal ou portugueses pelo mundo. Articles related to the country of Portugal and portuguese people around the world.
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2015.08.17 21:17 DonSteppedOutside Primeira Liga Portuguesa

A subreddit to discuss portuguese football, including all its competitions and teams.
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2018.07.18 20:07 qingqunta É verdade, mas não devia ser

Pensai num /nottheonion, mas versão tuga: o céu é o limite.
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2020.11.10 15:31 Ckaaiqoos Um pouco da história da política externa dos EUA após o fim da Guerra Fria

O post busca explicar os desdobramentos pós-modernos do imperialismo americano.
A contradição-mor que cerneia o globo é a do imperialismo estadounidense e as mais diversas manifestações de antiimperialismo e contraimperialismo. A morte da URSS sobre uma convulsão de neoliberalismo entreguista criou as condições para o momentum neoliberal dos EUA e a submissão do globo à sua vontade.
Na Iugoslávia, o último bastião do socialismo europeu (os ''socialistas'' de Portugal fazem-nos rir com sua austeridade) foi consumido pela barbárie nacionalista com financiamento alemão (com interesse na Croácia, Eslovênia e suas possibilidades de projeção pro Leste Europeu) e americano. Os empréstimos do FMI ao Iugoslávia como sempre solicitaram reformas neoliberais as quais, para a insatisfação de tais organizações, Tito e Milosevic apenas parcialmente se submeteram. Cria-se uma imagem falsa dos sérbios como estupradores em massa, poupando os crimes da Croácia; da Bósnia e dos Kosovares de atenção midiática. Eventualmente, a Iugoslávia é desmantelada em uma ameaça sinistra à Rússia. Cria-se em Kosovo um estado marionete aos interesses americanos, inclusive com extração de recursos minerais. Montenegro e Sérbia gradualmente saem da órbita da Rússia (o primeiro mais que o último) criando um cenário geopolítico tenso.
A crise energética de petróleo no século 20 provou-se a maior preocupação do governo Bush, falando-se em invasões contra Saddam Hussein e o Talibã mesmo antes do 11 de setembro. A Arábia Saudita havia se tornado grande demais, ambiciosa demais para ser controlada pelos EUA. Financiou o terrorismo islamita e instituições wahhabistas ao redor do mundo numa rejeição dos princípios ocidentalistas. A importância da Arábia Saudita para a livre circulação de petróleo, bem como sua colaboração em mutias questões de política internacional e a compra de armamentos estadounidenses, impediam qualquer possibilidade de publicação extensiva desses achados, mesmo quando o financiamento da Al-Saud da Al Qaeda e assistência com sua inteligência estatal custeou as torres gêmeas. No entanto, a ignorância do público estadounidense podia ser aproveitada a partir do trauma da Al-Qaeda para ''combater o terrorismo e as nações que a abrigam'' de forma relativamente desconexa com o 11/9.
No Iraque, Dick Cheney e outros neocons estavam exaustos da utilização por parte de Saddam Hussein do petróleo como arma de barganha. Fechando e ligando as torneiras do ouro preto ao bel-prazer, os preços do petróleo cru ameaçavam subir, contra os interesses de refinarias de todo o globo e podendo criar uma crise energética global (a importância petrolífera do Iraque não pode ser subestimada, é considerada por alguns analistas maior que da Arábia Saudita). A invasão do Iraque visou não exatamente a extração dos recursos petrolíferos destes às potências imperiais, apesar de isso ter sido um bônus importante que motivou a participação do Reino Unido, mas simplesmente colocar aquele petróleo em movimentação. China e Rússia em breve tomariam um pouco da torta com suas empresas estatais, algo não ideal porém aceitável na conjuntura dos interesses americanos.
No Afeganistão, uma revolução socialista progressiva de características feministas foi sufocada com uma negra reação apoiada pelos EUA. Não interessava aos pastoralistas e às velhas elites do Afeganistão os programas da revolução Sardur e os EUA deu apoio moral; financeiro e militar a seus esforços de contrarrevolução. O Afeganistão não era uma república soviética, mas fazia parte da sua esfera de influência, daí então a importância de combater o Afeganistão junto com os compradores do Paquistão e Arábia Saudita, interessados em levantes Sunni. A China também financiou grupos de oposição em sua triste mas entendível política de combate ao revisionismo Kruscheviano. Eventualmente, o Afeganistão foi dominado pelo Talibã e sua mutilação genital feminina; destruição de ícones ocidentais (inclusive havia até então uma herança grega no Afeganistão) e proibição da música. O Talibã só foi combatido a partir do momento que não mais colaborou com os EUA na construção pela USATCO iniciado no Uzbequistão e passando pelo Afeganistão, necessitando então de intervenção. Oficialmente, o Talibã foi caçado pela cooperação com a Al Qaeda, que era real.
Na Somália, uma guerra foi declarada a um dos primeiros governos estáveis da Somália no século 21: a ICU, por seus traços islamitas. Graças a sua riqueza em recursos como urânio e petróleo bem como sua conexão com o Golfo de Áden de onde grande parte do petróleo mundial saí, a Somália sempre foi imperializada pelo FMI e pela OTAN. A indústria local de pesca foi destruída tanto pelo lixo radioativo despejado por empresas europeas na água quanto pela extração em escala tecnológica massiva dos peixes por empresas estrangeiras dentro das águas territoriais da Somália.
Nem toda guerra é guerra propriamente dita. Os manuais do professor Gene Sharp criaram um guia de como usar manifestações civis, greves e boicotes a serviço da CIA. O melhor exemplo foi o incentivo dos EUA a Revolução Cedra, uma série de protestos no Líbano que colocaram fim a ocupação Síria, decorrente de guerras civis entre grupos religiosos e étnicos. Tanto a Síria quanto o Iraque eram pan-arabistas, isso é, visavam a união de todas as nações árabes em único país, países esses cortados no meio pelo estado de Israel. O pan-arabismo secular e socialista representava uma ameaça óbvia aos interesses estratégicos dos EUA e dos seus aliados Israel e Arábia Saudita, daí a oposição à Síria que posteriormente se tornaria guerra. Note que não há ditadura do proletariado na Síria e ''socialismo'' significa na prática uma social-democracia maior em intensidade que as do ocidente.
As guerras de Bush ceifaram muitas vidas, inocentes ou ''combatentes'', destruindo a infraestrutura desses países e criando instabilidade política. A política imperialista da OTAN não somente alcança seus objetivo estratégicos como também destroí os países recipientes. Isso é parcialmente intencional, como um homicídio de negligência. A destruição do Iraque e do Afeganistão e, como veremos, na Líbia possibilitou tanto uma inicial expansão do complexo industrial-militar que influencia a política nos EUA quanto contratos de reconstrução que criaram ciclos inflacionários (isso é, de expansão monetária) que foram aproveitados pelos EUA. Eles destroem e depois reconstroem, ambas fases do processo capitalista de evitar ciclos de contração ao expandir mundo a fora.
Uma das razões que o imperialismo americano entrou em crise foi que ele foi longe demais. A destruição da Iugoslávia, a criação de novas rotas petrolíferas no Afeganistão que desviassem-se da Rússia (dos quais os países de primeiro mundo tinham grande dependência), a penetração petrolífera na Ásia Central, o financiamento de políticos antirússia na Geórgia e Ucrânia...de novo e de novo os EUA abusou da segunda maior potência militar do mundo em seu momento de maior fraqueza. Esse contexto explica como Vladimir Putin subiu ao poder, um ultranacionalista de direita pronto para a recuperar a força da Rússia não como stronghold do socialismo mas como força imperialista aquém aos EUA, ao gosto da burguesia doméstica. Como mensagem, invadiu a Geórgia que planejava tornar-se membra da OTAN. A recuperação da Rússia teria grandes implicações por toda a Eurásia, como todos sabemos pelos gritos da mídia e pelo aguçamento das tensões na Ucrânia, sempre no mesmo paradigma de Ocidente vs Oriente.
Também entrou recentemente na disputa Rússia-EUA a Bielorússia. Com uma economia largamente estatal que nunca sofreu as terapias de choque neoliberais (não obstante a falta de aposentadoria entre outros aspectos capitalistas) e na esfera de influência da Rússia, a relação entre os dois se degenerou pela resistência de Lukansheko às tentativas de Putin de absorção num Union State, procurando novas fontes energéticas na Noruega. Essa nova vulnerabilidade da Bielorússia foi explorada pelos imperialistas através do método tradicional de ''promoção à democracia'' e sabe-se de paramilitares russos vigiando a situação.
Apesar dos EUA não estar envolvido muito diretamente, não se pode falar na geopolítica da Rússia sem falar da guerra entre Armênia e Azerbaijão, que terminou hoje(?) e durou 45 dias. Mas francamente, essa questão é complexa demais pra mim. Deixo um link que considerei útil: https://geohistory.today/nagorno-karabakh/#:~:text=The%20Republic%20of%20Nagorno%2DKarabakh,Azerbaijan%20that%20lasted%20until%201994.
Outro país do qual os EUA abusaram a paciência foi a China. Os protestos na praça de Tiannamen Square foram em grande parte promovidos por instituições de caridade privada associadas ao Ocidente, sendo duramente reprimidos por Deng Xiaoping. Após isso, o estado comprador terrorista da Turquia forneceu apoio a terroristas islamistas separatistas em Xinjiang, região da China tradicionalmente turquica e islâmica. Os EUA já haviam previamente fornecido assistência a insurgência tibetana sobre Mao, e continuaram fornecendo apoio moral e religioso através de suas instituições. A estratégia dos EUA com a China era de desmembrear suas diversas etnias em territórios separados e inimigos para que esta não consiga se projetar geograficamente pela Eurásia, unificando separatismos tibetanos; mongolianos; uigures e de Hong Kong.
Igualmente à Rússia, a China não se abalou por essas tentativas e estendeu seu domínio econômico e militar pelo globo. A forte indústria estatal chinesa colocou em cheque os modelos neoliberais de crescimento e, através de uma política baseada na não-ingerência em assuntos domésticos que contrastava com o imperialismo estadounidense, a China atraiu dezenas de países periféricos a sua atenção. Assim, devemos entender a preferência pela China como uma rejeição consciente dos EUA. A frente unificada China e Rússia representa o maior desafio aos EUA na modernidade.
As guerras sem fim dos EUA não poderiam ser sustentadas indefinidamente, necessitando de empréstimos infinitos dos mais diversos países. Eventualmente, os irracionalismos banqueiristas típicos do neoliberalismo criaram a crise de 2008, com um defícit que necessitou mais empréstimos e, consequentemente, mais dívida e mais defícit. A desigualdade de renda explodiu. Foram sobre essas condições que Barack Obama se elegeu, prometendo resolver as insolúveis contradições do imperialismo estadounidense sobre um paradigma progressista.
Obama não cumpriu nenhuma dessas propostas e na verdade expandiu o escopo da guerra para além de Bush, matando mais pessoas com drones. É importante detalhar que a guerra no Afeganistão ainda não havia terminado e Osama não capturado. Foi nesse contexto que Obama decidiu por substituir soldados por drones automáticos que supostamente prometeriam menos mortes de civis, e expandiu a guerra para o Paquistão para combater outra frente do Talibã.
Porém os drones mais serviram para salvar vidas de soldados americanos (o que provavelmente foi a intenção) do que de paquistaneses e afegãos. A morte vindo do céu criou traumas na população local, que evitava ir a casamentos pelos constantes erros de reconhecimento dos drones. Como dito, as guerras dos EUA podem não visar literalmente o homicídio de civis, mas são negligentes a causar-los.
Expandir a guerra do Afeganistão não seria suficiente e Obama declarou três guerras completamente novas: a da Líbia, do Iêmen e da Síria.
A Líbia tinha sido por muito tempo uma pedra no sapato dos EUA. Aliada a URSS enquanto essa existia, o coronel Muammar Gaddafi tinha um programa antiimperialista e socialista de natureza semelhante ao que descrevi da Síria, isso é, mais uma social-democracia intensa do que uma ditadura do proletariado. Gaddafi também visou superar os tribalismos que dividiam a Líbia e tradições nocivas como a proibição do divórcio, expandindo em muito os direitos femininos. Gaddafi criticava os modelos democráticos do Ocidente e propunha um novo modelo controverso de democracia direta, a Jamarihya. Independente das reservas que o leitor tenha com este método, ele com certeza era mais democrático que o terrorismo islâmico sunita que os EUA financioua fim de destruir esse bastião da resistência ao Império, consumindo a Líbia em uma guerra civil horrível o suficiente para que Obama a admita como ''erro'' de forma abstrata. Como sempre, potências europeas surgiram dos ares para proteger o petróleo. Gaddafi passou por uma fase de entreguismo e colaboração, desmantelando seu programa nuclear, mas ainda assim foi morto. Isso serviria de motivação a Coreia do Norte a não abandonar seu programa nuclear.
Praticamente a mesma coisa está a acontecer na Síria, tanto nos metódos dos EUA como na natureza de Bashar al Assad. A diferença, porém, está no apoio à Síria da frente unificada China-Rússia bem como da potência regional do Irã. Apenas assim Bashar conseguiu se manter no poder. O Irã é uma nação xiita não-secular que foi imperializada pelos EUA sobre o regime do Shá, sendo derrubado numa revolução islâmica porém antiimperialista de Aiatóla Komeini. É uma potência regional com grandes reservas de petróleo e um exército respeitável, acusada de financiar o grupo anti-israelita Hezbollah.
A situação do Iêmen é substancialmente diferente. Os zaidi, uma minoria xiita muito significativa no norte do país que tem uma história de estados soberanos na região, ameaçavam expandir uma revolta xiita pelos estados do Golfo como Bahrein; UAE e a Arábia Saudita, todos marginalizados economicamente e politicamente. A Arábia Saudita instalou um presidente favorável a seus interesses de exploração, criando uma revolta espontânea dos zaidi que seria reprimida pela junta EUA-Arábia. Para justificar a intervenção, os EUA usou o lema descontextualizado dos grupos zaidi de ''Morte aos EUA, morte a Israel'' como demonstração de extremismo religioso. Em partes, sim, mas também mostra-se uma resposta ao imperialismo estadounidense e israelense na região.
E é isso, gente. Final abrupto mas a partir daqui eu não tenho um entendimento sistematizado o suficiente para fornecer comentários. Minha principal fonte é A Segunda Guerra Fria do Luiz Alberto Moniz, que consegui da bondade do u/Calabar_king
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2020.10.31 17:37 Cyberthinker [Enquete] O Islã é uma religião da paz?

Com os ataques terroristas na França e uma brasileira vítima, acho que não podemos fugir da reflexão.
Essa pergunta foi feita na televisão britânica: “O Islã é uma religião da paz?” A mesma pergunta foi feita para o público antes e depois do debate. Inicialmente, a maioria do público respondeu que SIM. Após ouvir os dois lados, a imensa maioria mudou completamente de ideia. Por isso acho que mais EDUCAÇÃO e menos religião é a chave pra tornar o mundo mais pacífico.
Aos que entendem inglês, convido a assistirem ao debate:
https://www.youtube.com/watch?v=rh34Xsq7D_A
Pra quem não entende inglês, recomendo ver os vídeos do Caio Fábio sobre o Islã. Apesar de ele ser religioso, acredito que a maioria das suas opiniões são bastante equilibradas, ele é bastante progressista.
https://www.youtube.com/watch?v=X7XI5OmnUJU
42% dos jovens muçulmanos na França apoiam o terrorismo - Pew Research p. 54 (Pew Reseach é uma das fontes mais confiáveis sobre estatísticas de muçulmanos).
https://www.pewresearch.org/wp-content/uploads/2007/05/muslim-americans.pdf
É um assunto delicado, mas tão necessário. Pra muitos, o Islã pode parecer algo distante. Quando eu morava no Brasil, na verdade eu nem sabia muita coisa a respeito. Só quando vim pra Europa e vi de perto o drama da imigração em massa, as ruas cheias de imigrantes, os choques culturais com o Islã... é que passei a procurar saber mais sobre o assunto. Já visitei Nice e moro perto... e por uma brasileira ser vítima, sinto esse atentado tão próximo. É lastimável.
Espero que possamos dialogar com equilíbrio e acima de tudo que isto possa servir de reflexão.

Um resumo dos dois lados apresentados no debate:
A favor: o fundamento de qualquer religião depende da interpretação, muitas coisas podem ser distorcidas. O fundamento do Islã pode ser interpretado como uma mensagem de paz (???). Existem muçulmanos de todos os tipos, com variadas crenças, a maioria é pacífica [mesmo as estatísticas dizendo que a maioria em certos países pode defender a pena de morte pra quem desrespeitar a religião e um número assustador defende o terrorismo]. Muitos culpam o Ocidente com o colonialismo por ter atrasado e impedido o Islã de evoluir.
Contra: O fundador do Islã, Maomé, foi um comandante de guerra, se casou com uma menina de 6 anos, instrua seus soldados a estuprarem as mulheres dos inimigos, espalhou o Islã com guerras. Maomé foi comandante, juiz e governante, assim como seus sucessores. Desde o início, o Islã sempre foi um sistema político, um código de leis e uma filosofia de conquista pela guerra (Jihad), nunca passou por um Iluminismo pra separar Estado de Religião e assim permanece nos dias de hoje. Em praticamente todos os lugares onde muçulmanos são maioria, a lei muçulmana é aplicada, o que inclui criminalização e até morte a gays, ateus, pessoas que abandonarem o Islã, e menos direitos para mulheres.
O que vocês acham: o Islã é uma religião da paz?
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2020.10.29 15:57 KuuHaKu_OtgmZ Shoukan: O duelo entre invocadores

Shoukan: O duelo entre invocadores

Introdução

Qualquer fã de TCGs (Trading Card Games) provavelmente em algum momento já se perguntou "Será que existe algum bot de TCG para Discord?" apenas para descobrir que de fato é algo que está em falta no catálogo de bots disponíveis para o público, ou então são simples demais para oferecerem uma verdadeira experiência de TCG.
Bem, apesar de ainda ser um módulo relativamente novo, e a Shiro ainda não ser uma bot TÃO famosa, venho informar que SIM, AGORA VOCÊ PODE JOGAR TCG PELO DISCORD!!
Algumas vezes o jogo pode ser bem lento...
...Ou uma completa chacina!
Este jogo, denominado por mim de Shoukan (召喚 - Invocação, do japonês) têm como objetivo trazer o clássico jogo de duelo de cartas ao Discord, contendo algumas regras e mecânicas originais (por favor, Shoukan é Shoukan, não Yu Gi Oh), que irei explicar mais pra frente.
Claramente, um TCG não pode ser jogado sem um deck, mas não desespere-se, se você já explorou e utiliza o módulo de cartas Kawaipon da Shiro, existe uma boa chance de você possuir uma quantidade grande de cartas elegíveis para adicionar ao deck. E caso não tenha, o deck diário está lá para permitir que qualquer um jogue, mesmo novatos!

Como jogar

Para jogar uma partida rápida sem se preocupar em montar um deck, você pode jogar ao simplesmente usar o comando s!shoukan @menção diario para duelar usando o deck diário. Bem simples, não?
Claro, se quiser uma VERDADEIRA experiência, você pode construir seu próprio deck do zero, usando as cartas que você coletou ao longo do caminho. Para jogar usando seu próprio deck, use s!shoukan @menção. Tanto no modo diário ou no modo normal, é possível apostar créditos, para isso basta digitar um valor após mencionar o oponente.
A diversão começa antes do jogo!
Cada carta possui seus próprios atributos e efeitos, algumas podem até mesmo virar completamente o jogo! Além disso, certas cartas podem "evoluir" ao atingirem certos critérios.
Aizen é um excelente exemplo disso, ao jogar tanto ele quanto a carta Hougyoku inicia o processo de evolução dele, até alcançar a forma final.
Nota: nem todas as cartas disponíveis no módulo Kawaipon foram adicionadas ao Shoukan.

Amuletos

Certas cartas possuem efeitos de amuleto, que são basicamente efeitos de ativação única por carta e podem te defender ou até mesmo impedir a vitória do oponente. Veja os tipos abaixo:
Reflexo de feitiços
https://preview.redd.it/45wu4eql21161.png?width=64&format=png&auto=webp&s=b955bf7821919e324e73a683198dce4f728f5227
O reflexo de feitiços retorna o efeito de volta para a carta que o usou (com algumas raras exceções). Por exemplo, se uma carta iria destruir sua carta através do efeito destruir carta ela será destruída no lugar da carta que tiver este amuleto equipado.
Escudo de feitiços
https://preview.redd.it/62g3v6f2j1161.png?width=64&format=png&auto=webp&s=02c77d95eaf0c949978eb668e9a4064f182bdfd9
O escudo de feitiços é parecido com o reflexo de feitiços, mas apenas anula o efeito sem retornar para a carta-ativadora.
Salto temporal
https://preview.redd.it/rq1cbcm2j1161.png?width=64&format=png&auto=webp&s=cbae196795ca44483962a5a09db3ace433313dea
O salto temporal, diferente dos outros amuletos, é ativado no momento em que a carta for equipada e ativará o efeito por turno da carta alvo. Por exemplo, se você ganharia 100 pontos de vida no próximo turno, equipar este amuleto na carta fará com que você ganha imediatamente 100 pontos de vida.

Fases de jogo

Os comandos durante o jogo são bem simples:
  • Fase de planejamento
    • Para posicionar uma carta Senshi (campeão): A,B,C, onde A é a posição da carta na sua mão, B é a posição em que deseja posicionar a carta e C é o modo em que a carta deve ser posicionada. Veja os modos abaixo.
      • A: posiciona a carta virada para cima em modo de ataque;
      • D: posiciona a carta virada para cima em modo de defesa;
      • B: posiciona a carta virada para baixo em modo de defesa.
    • Para posicionar uma carta EvoGear (equipamento): A,B,C, onde A é a posição da carta na sua mão, B é a posição em que deseja posicionar a carta e C é a posição da carta Senshi que receberá este equipamento.
    • Para mudar a postura de uma carta basta digitar a posição dela. Nota: cartas só podem mudar de postura 1 vez por turno, e cartas viradas para baixo serão trocadas para postura de defesa virada para cima.
    • Para posicionar uma carta de campo basta digita a posição dela e a letra F (Ex: 1,F). Nota: cartas de campo são permanentes durante o duelo, mas podem ser substituídas caso um dos dois jogadores use outra carta de campo.
  • Fase de combate
    • Para atacar uma carta: A,B, onde A é a posição da carta que deseja usar e B é a posição da carta que será atacada. A carta que tiver menor atributo será destruída (em caso de empate, as duas serão destruídas). Cartas em modo de ataque usam o atributo ATK (vermelho), enquanto cartas em modo de defesa usam o atributo DEF (verde). Cartas em modo de defesa ou viradas para baixo não podem atacar.
    • Para atacar o oponente diretamente basta digitar a posição da carta a ser usada. Nota: só é possível atacar diretamente se não houverem cartas no lado inimigo.
Da esquerda para a direita: 1 - Avançar turno. 2 - Puxar uma carta do deck. 3 - Sugerir empate. 4 - Desistir.
Obs: Instruções, assim como as cartas na sua mão serão enviadas via mensagem direta, então tenha certeza de ter seu chat privado aberto.

Modo personalizado

É possível também jogar uma partida com valores personalizados, porém você não ganhará créditos se apostar (nem perderá) nem ganhará PDI (Pontos De Influência - isso é assunto pra outro post).
Exemplo:
{ "mana": 0, //Define com quanto de mana cada jogador irá começar "hp": 5000, //Define com quanto de vida cada jogador irá começar "manapt": 5, //Define quanto de mana será dado no início de cada turno "stcards": 5, //Define com quantas cartas na mão os jogadores começarão "banEquip": true, //Remove cartas-equipamento da partida "banField": true, //Remove cartas-campo da partida } 
Você pode misturar todos os modos de jogo, por exemplo:
  • Partida diária onde os jogadores começam com 10000 de vida e 10 de mana:
    • s!shoukan @menção diario {"mana": 10, "hp": 10000}
  • Partida diária com aposta de 1000 créditos
    • s!shoukan @menção 1000 diario
  • Partida com 10 cartas iniciais
    • s!shoukan @menção {"stcards": 10}

Conclusão

Espero que gostem deste jogo, ele pode conter alguns bugs aqui e ali, mas com seu feedback podemos fazê-lo melhorar cada vez mais! Fique atento para futuras atualizações!

Bom jogo à todos!!

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2020.10.27 02:26 Q-35712 O que é fascismo?

Nas décadas de 1920 e 1930, os comunistas passaram a agrupar todos os seus oponentes radicais sob o rótulo de "fascistas" (ao lado de "imperialistas") e, inversamente, a considerar seus inimigos fascistas como defensores do capitalismo, apesar do fascismo original não ser apenas anti-socialista, mas também anti-capitalista.
Em Mein Kampf, Adolf Hitler descreveu o capitalismo e o socialismo como dois lados da mesma moeda (ambos sendo supostamente controlados por judeus), e grande parte da reputação do fascismo como uma filosofia de direita veio de seu ferrenho anticomunismo, nacionalismo e reacionário visões sociais.
No entanto, seu programa econômico era amplamente populista e exigia uma forte intervenção do Estado na economia.
Dessa linha de pensamento nasceu o recente hábito de se usar "fascista" como uma palavra grosseira para se referir a qualquer oponente, uma prática que proliferou a tal ponto que a palavra fascista perdeu todo o significado no sentido histórico.
Então, o que é fascismo?
bastante difícil estabelecer uma definição exata do que o fascismo realmente significa, visto que era originalmente uma ideologia muito fluida montada por Mussolini (não o homem mais estável) com base no que ele pensava que seria popular na Itália pós-1918.
Outra dificuldade surge do fato de que políticos fascistas bem-sucedidos frequentemente ignoravam as promessas e documentos que faziam antes de chegar ao poder.
No entanto, o fascismo tem algumas características gerais: nacionalismo militarista e frequentemente expansionista, desprezo pelo processo democrático, desprezo pela democracia capitalista e pelo socialismo de esquerda, uma crença em uma hierarquia social natural, e um desejo de subordinar os interesses individuais à vontade do ditador da nação.
Freqüentemente, também exige uma "limpeza" de indivíduos e grupos étnicos "inferiores" que não são vistos como contribuintes para uma sociedade unificada.
Por mais difícil que seja determinar o que é o fascismo, o historiador John McNeill tentou chegar a uma avaliação semiquantitativa para fascismo usando Mussolini e Hitler como padrões, e as seguintes categorias usando o 'Benito' como unidade de medida:
Então, o que acham?
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2020.10.24 15:36 Vl4dimirPudim O FIM DE PUDINISLAND

Ok, sei que Pudinisland verso já deu o que tinha que dá, e como tudo na vida tem um fim, vim dar um fim digno a Pudinisland, do jeito que ele começou, com uma história... Antes de resumir a história de Pudinland aqui, quero agradecer todos que participaram, todos que leram, todos que gostaram, ao André que tornou tudo isso possível. Vcs me fizeram muito feliz, falo não como Vladimir Pudim, mais como o Lucas por trás do Vladimir Pudim, guys obrigado mesmo S2 vcs fizeram meu ano mais feliz. Cazum seria muito pedir para vc ler a história toda?
Resumindo Pudinisland
Era uma vez um arquipélago tropical no Pacífico, Que ficou isolado por milhões de anos até virem os primeiros colonizadores, os Egípcios, não se sabe muito como e por ele vinheram, mais se saber o que eles fizeram, uma pirâmide e contato com alienígenas, foi isso que eles fizeram. Milênios depois, chega a Pudinisland o explorador inglês, lorde Bacon, que por assistente chega lá, ele conseguiu falar com os nativos egípcios que falavam perfeitamente o inglês por motivos desconhecidos, após a volta de lorde Bacon para a Inglaterra, a UK descide tomar a força o arquipélago por sim, matando todos os Egípcios da ilha, transformando ela numa prisão para para irlandeses. Porém muitos russos vinheram para a ilha após a descoberta de minérios de vodka, um desses milhares de russos era rasputin, um mago que fazia magia negra, ele não gostava dos irlandeses, então ele traz a vida seus maiores pesadelos, rasputin cria os gnomos e outros seres fantásticos como lontra, afugentando todos os irlandeses da ilha. Os russos ficaram o noroeste da ilha, os gnomos ao sul e os descendentes dos ingleses e egípcios ao Nordeste. Um general Inglês, chamado teemotio faz a dependência de Pudinland e se torna o imperador de toda Pudinisland, mais seus descendentes não souberam gonvernar e aos poucos houve pequenas revoluções. Os russos ficaram independentes e formaram o Império Russo 2, os gnomos extremista fizeram a primavera Gnomistica e os gnomos oprimidos tiveram uma revolução nacionalista. Após anos de paz Mitiguer sobe ao poder na ditadura nacionalista dos gnomos, em fim ele atacou os gnomos extremista, e atacou o Império russo, e o recém formado Estados de Renatinho entraram a favor da Rússia, dando início a 1°guerra Gnomistica, na aqual milhões morreram e Mitiguer quase ganhou. Após a guerra várias guerras civis começaram, como a guerra dos texugos, o surgimento da U.L.I.P e a guerra de tarkov, porém tudo andavam em paz entres os principados. Porém um dia o principe André III foi sequestrado por gnomos extremista, e um homem entrou em cena o capitão Vladimir Pudim, que liderou os piratas russo para salvar o principe André III, anos depois Vladimir assume a presidência de Rússia 2, e descide por um fim nós ataques dos gnomos extremista, porém os estados Gnomisticos vê isso como afronta, dando início a 2° guerra Gnomistica, vencida pela Rússia. Após a guerra houve a criação da ONP e do estado satélite dos gnomos, que se tornaram um fantoche russo 2. A paz reinava novamente? mais havia uma perigo eminente, a descoberta do cazum00 e dos multiversos, batalhas e mais batalhas que desencadearam na maior batalha, mais de 500 milhões de soldados, de todas as nações de Pudinisland se juntaram, e conseguiram derrotar cazum00 de uma vez por todas, porém Isso custou muito, milhões de pessoas morreram e todas as grandes cidades foram evaporadas, as pessoas passaram a viver em bankers e a ONP deu um golpe de estado, tomando o controle de Pudinland, a ONP era controlada secretamente pela Zero, uma organização terrorista ligado ao cazum00, eles queriam a máquina de ressuscitação Dos gnomos, usada na 2° guerra Gnomistica, para ressuscitar rasputin, mais eu a escondi, fui dado como inimigo público, fui caçado em toda Pudinisland, então durante anos vivi como nômades, junto com os mongóis, mais eu não podia deixar minha nação, fui atrás do homem mais sábio do mundo, Max Machado o mestre monge mongol, ele abriu minha mente para um plano infalível. Juntei os homens de maiores confiança e fui até tarkov, para o banker secreto em que eu escondi a máquina, lá eu puxei rasputins de várias dimensões alternativas, eles lutaram entre si, até que um mago sobrou, o rasputin branco, ele foi com nosco até a sede a ONP, libertamos Pudinisland, eu trasformei a Rússia e a o Império Gnomisticos em um país só, e o rasputin branco se sacrificou, ele pegou a máquina de ressuscitação e levou para uma outra dimensão, lá ele explodiu ela, criando um novo big bang matando ele, nada Aconteceu aqui na nossa dimensão. Mais finalmente a paz reina nas terras de Pudinland.
Obrigado por ler :3
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2020.10.11 23:08 celtiberian666 MACACOS BATEM O MERCADO - PARTE 2! Estudo expandido com macacos vs IBOV e monkeys vs S&P500.

Boa tarde senhores.
Já foi postada aqui no sub uma análise mostrando que macacos selecionando ações aleatoriamente, comprando e guardando sem nunca vender batem o ibovespa com facilidade. As ferramentas usadas foram dados do yahoo finance e código em python, o código encontra-se no tópico.
Eu achei o resultado alto demais, editei o código, o OP daquele tópico editou também, conferi os dados, foram feitos alguns ajustes nos dados, ficou tudo bem mais redondo mas o resultado foi confirmado no final: 93,26% dos macacos batem o IBOV.
O usuário rtiosso da Bastter fez também um estudo próprio com menos ativos e chegou na mesma conclusão. No caso dele com 15 ativos já eram 99% dos macacos batendo o IBOV.
O professor pesquisador da UFRGS Marcelo Perlin (https://www.msperlin.com/blog/) também achou o resultado dos macacos muito altos, fez a mesma análise do zero usando dados da Economática e código em R, ajustando para falências e considerando todas OPAs e M&A como retorno zero (o que não é a realidade). Conclusão semelhante: 98,5% dos macacos batem o IBOVESPA considerando 15 anos e carteira com 30 ativos.
Usando ainda os dados do yahoo finance fiz o estudo para monkeys no exterior e o resultado foi o mesmo: 96,5% dos macacos batem o S&P500.
Nesse caso do exterior, dos monkeys fazendo picking aleatório contra o S&P500TR (total return), ainda foi considerado que os macacos são azarados e 1/3 das empresas faliu com retorno zero. O ajuste é para compensar o fato do yahoo finance não trazer os dados das que não são mais listadas. Ou seja, em teoria é para compensar o "survivorship bias", mas lembrando que estudos como o do Seigel (que eu menciono neste tópico) mostram que uma pequena parcela das empresas que saem da bolsa foi devido à falência, a maioria é via M&A ou OPA gerando retorno ao acionista. Alguém com acesso a uma base mais completa pode replicar o estudo incluindo as não-listadas, mas vai dar um trabalhão (em caso de M&A com troca de ações teria que simular segurar as ações que recebeu em troca, em OPA ou M&A em cash simular o reinvestimento da grana que recebeu).
Em um estudo feito de 1964 a 2010 por um professor de Princeton, 98% dos macacos bateram o mercado.
Isso ocorre principalmente pelos retornos de ações serem altamente assimétricos, pela alocação 1/N (equal weight) normalmente gerar mais retornos, pela estratégia sem rebalanceamento ser mais efetiva em cenários de alta dispersão como é o caso dos retornos individuais das ações tanto no BR quanto no exterior, pelo small-cap bias, provavelmente por beta (mas parece que também gera alpha, mas não calculei), etc. Há diversas explicações para o fenômeno, a questão é que ele existe. Aqui tem um artigo discutindo os fatores que levam os macacos a vencer. Tem também este artigo criticando a gestão de fundos profissionais (a maioria também perde do macaco).
A provocação final é muito clara: se um macaco consegue, você consegue também. A maior dificuldade não é a operacionalização em si, mas a fraqueza humana, falta de disciplina e fraquezas psicológicas. Isso não sou eu que estou falando, mas todos grandes gurus que escreveram livros para o público em geral costumam comentar que o maior inimigo do pequeno investidor é ele mesmo. Se você fica com fogo no rabo querendo comprar ou vender algo quando vê na sua carteira algo dando 3-4x ou -70% vai acabar perdendo dos macacos (parabéns).
Discussões adicionais:
Carteira Diversificada X Ibovespa X Inflação
95,8% dos macacos fazendo buy and hold batem o IBOV
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2020.09.17 13:49 Yazure Alguma chance da Argentina e Venezuela darem uma de Paraguai?

Com tudo ficando em cacos sabemos que alguns governantes gostam de pintar um inimigo público para unir a nação, em caso de uma revolta na fronteira qual a velocidade de resposta do exército brasileiro nos dias atuais?
Não escrevo de uma guerra agora, mas se as coisas se agravarem nos próximos anos.
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2020.09.04 00:39 SovietBear4 Um desabafo de um Servidor Público nestes dias sombrios.

Hoje, dia 3 de setembro de 2020 foi enviada ao Congresso o texto da reforma administrativa, que traz keywords lindos e chamativos como: enxugar a máquina, fim dos penduricalhos, modernização da máquina pública etc., no papel realmente é muito bonita a reforma, grandes melhorias, grandes economias, mais qualidade de serviço, menos privilégios e menos politicagem. A realidade: uma reforma que atinge a BASE do serviço público, a "tia da faxina", a cozinheira, o professor, o enfermeiro, o médico (médico não tem supersalário na ADM Pública, por isso muitas vezes são terceirizados pela falta de interesse de profissionais quando abre concursos), mas deixa de fora o Promotor (com 20 salários mais inúmeros benefícios), o Militar do Exército (que não tem muitos benefícios, tirando os Oficiais). A reforma visa o fim da ESTABILIDADE do servidor, essa vista como a grande vilã do serviço público, mas o que os gestores não dizem a população é que justamente por essa estabilidade que o servidor é blindado de muitas injustiças no ambiente de trabalho, muitas com viés político-eleitoreiro, o fim da estabilidade apenas trará de volta a política do apadrinhamento, do nepotismo, dos Guardiões do Crivella. Tl Dr: O servidor não é o inimigo, servidor publico pode sim ser demitido por mau comportamento, estabilidade é garantia de lisura no serviço publico sem interferência politica.

Deixo aqui uma prova de como a estabilidade protege o servidor de abusos:
https://www.youtube.com/watch?v=aiP5fC6HyiA
Sem a estabilidade como seria essa situação? Claramente o policial cederia aos desejos de sua chefe, contrariando a lei.
Defenda o serviço público brasileiro, nós trabalhamos para o Estado e a população e não para o governo. Exija de seus representantes dispositivos que modernizem processos que envolvem maus funcionários, nós também sofremos com eles. Mas não defendam o desmonte, pois sem o serviço público, uma nação tão desigual como a nossa se tornaria ainda mais desigual, nós fazemos o nosso melhor com o pouco que nos é disponibilizado, se você conhece um mau servidor, que dorme, rouba, se corrompe e mancha o nosso nome, denuncie. Mas não julgue o bom servidor, pois o bom não se curvará diante de injustiças, e serão estes os primeiros a sair se essa DEFORMA for aprovada do jeito que está. Modernizar não é destruir, sejamos conscientes, vamos defender a nossa Constituição. Obrigado para quem leu até aqui.

-Desabafo de um servidor que ama o Brasil e que apesar de todos os seus defeitos não se vê morando em outro lugar, e que têm orgulho de ostentar a bandeira nacional em seu uniforme.
Tl Dr: O servidor não é o inimigo, servidor publico pode sim ser demitido por mau comportamento, estabilidade é garantia de lisura no serviço publico sem interferência politica.
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2020.09.01 19:36 hmmild Meu feedback sobre New World

I – INTRODUÇÃO

1.Olá, primeiramente, queria dizer que eu sou apenas um cara que gosta de jogar e ajudar as pessoas e, que as vezes algumas ideias surgem à mente, e assim aconteceu durante esse primeiro contato com o jogo e, por oportuno, explicar que aqui são apenas algumas ideias iniciais, que precisam ser trabalhadas, veja bem, ideias, um ponto de vista pessoal, ou seja, apenas uma opinião pessoal como jogador.

2.Eu começo dizendo ainda: difícil não é você conseguir players para um novo jogo, mas sim mantê-los.

3.Aqui estão apenas algumas idéias e análises pessoais de um jogador comum. Muitas coisas que estarão aqui são ideias iniciais e esboços prematuros. Antes de começar, queria deixar uma visão rápida sobre o que eu penso da realidade dos MMORPGs ao longo do tempo:

  1. O mundo já não é mais como era há 10, 20 anos atrás. As tecnologias e as informações estão cada vez mais intensas e aceleradas. Dito isso, na minha análise como jogador há mais de 20 anos, eu percebo que muitas "empresas tradicionais" não acompanharam essa revolução tecno-científica no mesmo ritmo em que elas aconteceram, tanto é que muitas delas, precursoras de alguns gêneros, somam mais prejuízos do que lucro.

  1. Na primeira década do século, podíamos contar nos dedos de uma das mãos os grandes e pioneiros jogos de MMORPG, dentre outros gêneros semelhantes.

  1. Muitos de nós, hoje com seus trinta e poucos anos, ou quase lá, de existência, estávamos na adolescência e começando a engajar nesse universo dos MMORPG, passando horas e horas do nosso tempo imersos em determinado game da espécie.

  1. Pois bem, o tempo passou, e aquela galera que crescia junto com os primeiros MMORPGs foram se ocupando com seus empregos, estudos, família, enfim, já não tinham mais tanto tempo livre para despender aos MMORPG da época, que exigiam e recompensavam os jogadores mais imersivos e dedicados exclusivamente ao jogo.

  1. Nesse contexto, juntamente com o avanço acelerado da globalização, algumas empresas foram rápidas e perspicazes ao perceberem a tempo essas mudanças no mercado. Eis então que surgem e se popularizam gêneros como por exemplo: os mobas, battle royale, os hack and slash, os action rpgs entre outros.

  1. Aqui não vou me alongar muito sobre o tema, apenas dizer que esses gêneros conseguiram contemplar uma gama muito maior de jogadores, como, por exemplo, aqueles que não tem muito tempo para dispor ao game e, também obtiveram uma fatia maior ainda de mercado. Consequentemente, por obterem êxito com essa façanha, muitos jogos explodiram e se popularizam virando fenômenos, trazendo cada dia mais e mais adeptos ao seu nicho.

  1. Agora, no cenário atual, o jogador que joga 12 horas por dia e o jogador que joga apenas duas horas, estão num cenário de igualdade. Uma vez que o mundo e o mercado mudou, o foco dos games mudou, as pessoas mudaram, as tecnologias mudaram. Porém, muitas empresas, que desprezaram até a própria comunidade, não conseguiriam enxergar isso e foram à falência, já dizia Cássia Eller: “Mudaram as estações e nada mudou...♫”

  1. É possível perceber, que esses novos jogos buscam manter sempre um cenário justo, equilibrado, alinhado a diversão, interação e o constante progresso, valorizando outros aspectos em detrimento ao tempo gasto com o jogo e execuções de ações massivas, repetitivas e cansativas. Agora há um equilíbrio natural, o principio fim é, por exemplo, a habilidade individual e o raciocínio de cada jogador, e não mais nos itens e nas vantagens dos leveis que o jogador adquiriu jogando 25 horas por dia. Agora, para você conseguir progredir no game e estar entre os melhores, não é preciso ser um “crackudo” e totalmente aquém da realidade.

  1. Dito isso, deixo algumas questões? Qual caminho New World quer seguir? O que New World quer contemplar? Qual o público alvo do New World?

  1. Eu acredito que assim como algumas novas empresas estão fazendo e, conseguindo sucesso com isso, a Amazon, com o New World, pode focar o máximo possível na igualdade e num sistema justo de progressão, encaminhar as dificuldade e os desafios dentro do jogo para o ponto certo, e não mais ficar na mesmice falida de sempre.

  1. Se a Amazon conseguir isso, New World tem um potencial enorme de crescimento e de dar um passo importante para uma nova era dos gêneros de MMORPGs . Mas para isso, na minha singela opinião, é preciso deixar de lado alguns preceitos ultrapassados que já não se enquadram mais no mercado atual.

  1. Dessa forma, é necessário reinventar e criar novos paradigmas e, antes de mais nada, é fundamental ter muita coragem e não ter medo de errar, para que no fim, não seja apenas mais um no meio de tantos jogos horríveis que já existem, e que ainda insistem na mesmice ultrapassada de outrora.


II – OBSERVAÇÕES INICIAIS SOBRE NEW WORLD


  1. Acredito que New World precisa ter um proposito inicial mais conciso, seja para atrair novos jogadores, seja para mantê-los. É preciso haver uma ideia central que faça com que o game não se torne algo repetitivo, enjoativo e com um fim precoce.

  1. Como fazer isso? Primeiro de tudo, o game deve ter um sistema justo e igualitário para todos. Como assim? Deve recompensar dentro das proporções todos os jogadores de maneira igual, seja o que joga sozinho, seja o que joga em grupo, seja o que joga 20 horas por dia, seja o que joga duas horas, ponto.

  1. O quesito, por exemplo, da "sorte aleatória", pode ser bem melhor trabalhado para esse aspecto. Abordo esse tema melhor no item VIII do tópico. Isso possibilita que os jogadores tenham em mente que em New World a qualquer momento a sua sorte pode mudar, e que mesmo você jogando pouco tempo, você pode ter a chance de ser agraciado de alguma forma com a sorte.

  1. Outra fundamental observação é que devem existir temporadas sazonais, sempre com atualizações e novidades, em busca de a cada nova temporada aprimorar o conteúdo que já existe.

  1. Eu não acredito que o jogo deveria ter uma transição engessada, por exemplo: começa aqui, vai pra ali, e depois terminar lá, mas também não deve ser algo desorganizado e sem sentido, é preciso limitar algumas progressões precoce demais, criar um sistema de penalidades de ganho de experiência, assim tudo terá seu devido tempo para acontecer. O que eu mais tenho observado são players leveis baixos correndo e atravessando para áreas que tecnicamente deveria ser mais perigosa ou restritas para eles no momento. Acredito que as busca pelo level máximo não deva ser algo com grande impacto dentro do jogo, mas também não deve ser desprezado tão facilmente, o foco do jogo não deve ser farmar, farmar, farmar, farmar, farmar, tal área, ou tal monstro. O foco não deve ser o level máximo e suas vantagens extrapoladas. Sinceramente, existem infinitos e melhores aspectos a serem exploradas do que isso.

  1. Dá pra perceber que o jogo mistura um pouco a história da alta e baixa idade média juntamente com o início da formação dos primeiros burgos. O território se divide numa espécie de suserania e vassalagem e mistura a ideia de um feudo/burgo.

  1. Um grande problema que deu pra perceber nesse primeiro teste, é justamente a questão territorial, aparentemente os players tendem a se agrupar na facção que possui mais domínio de terras e mais faccionados afim de buscar mais facilidade dentro do jogo. Isso é preciso ser corrigido, criando algum sistema de equilíbrio natural, fazendo com que esta questão não tenha tanto impacto no jogo.

  1. Acredito que toda facção devia ter pelo menos 1 território permanente e estável sob seu domínio. E que essa questão territorial não influencie significativamente na progressão individual dos jogadores e nas conquistas de desempenho.


III – FLANDERS

  1. Eu acho que seria genial, desde logo, mostrar ao jogador de New World, que o mundo, ao qual ele pertence, é um universo de constante e incansáveis guerras, paralelo a luta pela sobrevivência e a oportunidade de ter seu nome na história, de ser reconhecido no universo a qual ele pertence, seja pelos seus feitos, maestrias, conquistas, habilidade, enfim.

  1. Antes de falar sobre o que acho sobre o sistema de guerra de New World, quero começar pelo sistema de “zona de Flanders”. Para quem não conhece, Flanders (atual Bélgica) foi uma região de intensa batalha entre França e a Inglaterra pelo controle do Canal da Mancha, um local de comercio lucrativo e ponto estratégico para quem o dominasse, e que deu contornos a “Guerra dos 100 anos”.

  1. New world poderia trazer áreas de intensas batalhas e diversas disputas, essas áreas seriam zonas neutras de pvp obrigatório, monstros e bosses de extrema dificuldade e difíceis de matar, porém o foco dessas áreas jamais poderia ser a experiência de leveling ou loot, mas sim a sobrevivência e o combate frenético. As facções estariam em intensas disputa, estariam preocupados em matar os super Bosses, matar as facções rivais e sobreviver. Não podem por exemplo ser aceito formação de grupo nessas áreas (precisa ser estudado). No final, conseguem as recompensas pela morte do Boss, se conseguirem mata-lo, apenas os membros da facção que causou mais dano à ele. Deve ser uma área com desafios difíceis pela sobrevivência. Para essas áreas podem haver por exemplo 3 divisões, até o lvl 20, do lvl 21 ao 40, e do level 41 ao 60, restringindo o acesso de cada area pelo level e títulos (vou falar sobre eles abaixo) dos jogadores. Novamente, o equilíbrio é tudo. Acho que pra uma ideia inicial nesse sentindo é isso.


IV – RANK E ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O PVP

  1. Um sistema de rank das mais variadas categorias deve haver em new world, é mais um objetivo a ser almejado pelos jogadores. Desde da divisão por quantidade de abate, até a divisão de level de colheita e ouro.

  1. Por exemplo, um divisão para o rank de abates e mortes, com algumas peculiaridades. Uma ideia inicial nesse sentindo seria: para cada abate que você conseguir no mundo aberto você soma 2 pontos no rank, para cada morte você diminui -1 ponto. Abater jogadores 10 leveis menores que o seu, você não pontua, morrer para jogadores 10 leveis menores que você, você perde -5 pontos. Matar jogadores com 10+ leveis maiores que o seu você soma 5 pontos. Deve haver também um sistema que pontue a assistência nos abates, para contemplar todos, principalmente aqueles que querem focar seus personagens em cura e proteção por exemplo.

  1. É preciso estudar também, como funcionaria o abate e a morte do jogador estando em um grupo.

  1. Durante a guerra os abates não contabilizam, há tão somente uma nota geral pela vitória ou pela derrota.

  1. O pvp em mundo aberto: deve acontecer num cenário mais justo possível, se o jogador for abatido por um grupo, o jogador que morreu não deve ter tantos prejuízos, isso se eles estiver solo, e o grupo que o matou não deve ter tantos benefícios, no fim o jogo deve contemplar sempre um ambiente justo e equilibrado. Consegue êxito por exemplo, aquele que tem uma melhor habilidade de combate, independente apenas dos itens que carrega, que montou uma emboscada bem sucedida, que atacou na hora certa, que conhece os limites do seu personagem, que sabe usar um contra-ataque, que combinou melhor seus pontos de habilidade, enfim. E na guerra vai vencer o que tem uma melhor estratégia, uma melhor tática, que sabe a hora de atacar, recuar. É preciso criar um sistema justo, durante o tópico vou deixar algumas outras ideias de como poderia ser isso.

  1. Basicamente é deixar claro que você ter um item lendário, não deve lhe tornar uma lenda.

  1. O jogo deve primar sempre pelo justo e o equilíbrio.

  1. Ayrton Sena e eu, cada um com uma Ferrari igual, mas no final a gente sabe o resultado, o melhor sempre ganha é claro, que nesse caso seria eu, obviamente, :rofl:. Mas deixando a brincadeira de lado, o que eu quero dizer com isso é que a vitória deve acontecer não porque o carro desse ou daquele é melhor, e sim porque naquele momento, naquela disputa, quem estava no volante foi melhor. Mantendo a analogia, na realidade atual, quem ganha é quem tem o melhor carro. Agora eu pergunto, atualmente, quem assiste, se entretém e se empolga com a Formula 1? É apenas uma analogia exemplificativa.


V – SISTEMA DE CONDUTA

  1. ​​Minha ideia principal neste item é o sistema de conduta junto com o faccionado renegado.

  1. Para entender minha ideia, primeiro quero que você entenda um pouco como ela é desenhada em minha mente. Eu dividi a conduta dos jogadores em duas, vou chamá-las de conduta azul e vermelha.

  1. Faço parte de uma facção, mas não gostei e quero mudar, posso? Depende, você está disposto a pagar o preço? Você será caçado por sua traição, seu nome estará nos murais das cidades e uma recompensa por sua cabeça será imposta, os membros da sua atual facção irão lhe caçar em busca da recompensa e de vingar sua traição.

38.CONDUTA AZUL: você ganharia pontos de conduta azul quando trabalhar em prol da facção, para cada boa conduta você ganha pontos de conduta azul, por exemplo, participação em guerras e invasões, abate de membros de outra facção, etc.

39.CONDUTA VERMELHA: seria o oposto da conduta azul, a cada “sabotagem” você perde a conduta azul, zerando sua conduta azul, ela fica negativa e começa a ficar vermelha, ao atingir uma certa quantidade de conduta vermelha você pode trocar de facção. Para ativar os pontos negativos de perda de conduta e ganho de conduta vermelha, você precisa encontrar um NPC que aparece em áreas aleatórias de vez em quando. Não pode ser previsível. Você fará uma missão que lhe permitirá realizar atos de traição ou sabotagem, como, por exemplo, matar membros de sua facção atual, a partir do momento em que você faz o primeiro ato de traição em busca de ativar a conduta vermelha, você já está marcado para morrer por causa da traição. Quanto mais atos de traição você fizer, maior será a recompensa por sua cabeça. Quando você trabalha contra a facção em busca de ser um renegado, sua cabeça está em alta e as punições são severas, ainda é preciso trabalhar nessa ideia, é apenas um esboço inicial.

  1. Uma das muitas consequências dentro da mudança de facção pode ser que o jogador perca todo o progresso de classificação, conquista e itens dentro dos armazéns de sua antiga facção, algo mais ou menos nesse sentido.

  1. Marechais e membros de altos cargos não podem mudar de facção. É preciso encontrar um título ou um limite em que a mudança é possível e o jogador se torna um renegado.


VI – TÍTULOS

  1. Acho que isso é uma oportunidade única.

  1. Implementar um sistema de títulos é um desafio e objetivo adicional para os jogadores almejarem dentro do jogo. Mas não é qualquer sistema. É um sistema único, grandioso e revolucionário.

  1. O que seriam os títulos? Primeiro, os nomes aqui são apenas para exemplificar algo que pode ser muito melhor trabalhado.

  1. Em primeiro lugar, cada facção deve ter seu “Marechal”, é mais um objetivo para os jogadores perquirirem dentro do jogo.

  1. O título de Marechal de uma facção nada mais é do que seu representante de honra e comandante máximo dentro do jogo, e esse título deve ser temporário e obtido por meio de eleição e / ou disputa em um grande evento de batalha entre os integrantes da facção, que preenchendo alguns requisitos e outros títulos pré-existentes poderão disputar essa posição.

  1. Mas para você ser um Marechal, você precisará primeiro ter alguns outros títulos, só então você poderá competir pela vaga de Marechal, em um grande coliseu, por exemplo.

  1. Todos os jogadores que foram inscritos para competir pela vaga do Marechal, competiram em um campeonato de disputa 1vs1 pelo título, até que remanesçam apenas dois que disputarão o confronto final pelo título de Marechal.

  1. Como você se qualifica para competir pelo título de Marechal?

  1. Para entender isso, você deve primeiro entender como isso é desenhado em minha cabeça:

  1. New World, a meu ver, tem uma grande oportunidade de revolucionar os jogos MMORPG. Uma chance de ouro. Faltam apenas alguns ajustes e um propósito único, grandioso e consistente.

  1. Minha ideia consiste em alguns “planos de carreira”, novamente são apenas nomes exemplificativos. Se você ama pvp, venha jogar New World, se você ama pve, venha jogar New World, sem você adorar criar e construir, venha jogar New World, se você gosta de andar pelo mapa e ser um explorador, venha jogar New World, se você quer ser muito rico e exibir suas conquistas, venha jogar New World.

  1. Em New World não deve existir aquela mesmice engessada de sempre, mago, cavaleiro, curandeiro, arqueiro, não, não e não. Em New World cada jogador montará sua própria “classe” de acordo com seu perfil, estilo de jogo e objetivos dentro do jogo. Por exemplo, você adora o pvp? Então busque os títulos e conquistas que te fortalecerão nesse quesito. Você ama o craft? Então busque os títulos e conquistas que te fortalecerão nisso. Você é um jogador mais focado no pve? Faço o mesmo, busque seus títulos e conquistas para você conseguir se destacar nessa area. O que eu quero dizer com isso é que com um sistema único e infinito você pode finalmente moldar seu personagem de acordo com suas pretensões, nenhum personagem será igual ao outro. Você quer usar bastões mágicos com foco no pve? Você então buscará dentro do jogo quais conquistas e títulos combinaram com sua maestria, itens, perfil, status, pretensões, enfim, as possibilidades são infinitas.

  1. Eu acredito que cada facção precisará de jogadores das mais diversas áreas, jogadores com habilidades de pvp, jogadores com habilidades de pve, jogadores com habilidades de artesanato, jogadores com muito dinheiro para financiar a manutenção das cidades e guerras, todos são importantes dentro de New World, independente do level e perfil do jogador, todos têm um papel dentro do jogo.

  1. Se o jogador quiser ser um expert em combate pvp, ele vai buscar uma carreira ideal que se encaixe com o seu perfil e lhe proporcione isso, primeiro focar em um titulo máximo e nas combinações de conquistas adjacentes que ele achar melhor para seu estilo, como por exemplo: General ( mais focado em combate corpo a corpo), Alquimista-mor( mais focado em dano magico e bastões mágicos), Mestre-Sacerdote (dano magico e cura), etc... São apenas alguns nomes exemplificativos.

  1. Se o jogador quiser se especializar em lutar contra bosses e monstros épicos e lendários, ele buscará o título e os caminhos para ser um Mestre Caçador.

  1. Se o jogador quiser ser um Mestre Artesão, com crafts poderosos, valiosos e exclusivos, que só ele pode fazer, então seguirá este caminho profissional.

  1. Se o jogador quiser ter muito dinheiro, com grandes aquisições, vantagens comerciais, casas, ele buscará o título de Barão-mineiro.

  1. As possibilidades são infinitas, as combinações de maestria, armas, estilo de jogo, títulos, interesses, objetivos, tudo, é um imenso mundo a ser explorado.

  1. Com alguns ajustes aqui e ali, este jogo se torna o melhor.

  1. Exemplo disso? Se você quer ser um artesão, seus serviços serão solicitados, pois somente você poderá fabricar certos itens com a possibilidade de conseguir modificações raras e valiosas, por exemplo, somente você poderá esfolar certos monstros que precisam um alto grau de maestria, e esse nível apenas os artesãos podem alcançar.

  1. Neste ponto do item, seria um mundo extraordinário, se New World seguisse esse caminho: Se ao invés de todos os monstros soltarem o mesmo item por exemplo: “couro cru”, por que não soltar itens específicos, como: couro de lobo, couro de coelho, couro de crocodilo, isso iria expandir um universo de craft extraordinário, um mercado único, os jogadores quem quiserem ser artesões teria algumas vantagens ao escolher essa carreira, só eles que poderiam esfolar alguns monstros e manejar crafts mais complexos. Esses comentários são apenas algumas ideais e exemplos que precisam ser explorados e trabalhados.

  1. O mesmo vale para o jogador que quer ser um Barão-mineiro, você com esse título máximo, pode ir até o nível 100 de mineração por exemplo. Sem o título, você só pode ir até 50, por exemplo. São ideias e combinações infinitas.

  1. O mais importante é que cada título tenha um “Plano de Carreira”.

  1. Por exemplo, se o seu forte é o combate corpo a corpo e você é focado no pvp, eu diria que você ia querer seguir a carreira de General, começando com o primeiro título de soldado, depois de algumas conquistas torna-se sargento e assim por diante até chegar ao último posto de general. Os nomes são apenas exemplares. Se esse é o seu propósito dentro do jogo, estar focado na guerra, combate corpo a corpo e no pvp, você vai buscar fazer conquistas e adquirir os melhores títulos que combinem com seu personagem, itens, maestria, etc.

  1. Ou talvez você queira dominar a arte da magia ou da cura e seguir a carreira de curandeiro ou mago. De qualquer forma, as possibilidades são imensas.

  1. O segredo e o desafio seria encontrar a melhor construção para o seu perfil, entre seus títulos, maestria, equipamentos, atributos e finalidades, por exemplo, você é um grande jogador de pvp, a lenda do combate, porém, em uma invasão de monstros os jogadores mais focados no pve, que são especialistas em abater monstros, teriam uma pequena vantagem nesse quesito, já que essa seria sua especialização. Mas cuidado, não são apenas os caçadores que poderão matar ou impactar os lendários bosses e monstros, apenas terão uma ligeira vantagem neste aspecto, pois essa seria sua carreira e função dentro do jogo, eles nasceram para isso.

  1. Se um jogador quer estar focado no pvp, mas também quer uma melhor performance para matar monstros, por exemplo, ele deve investir um pouco mais para ter uma melhor performance na luta contra monstros, e encontrar qual combinação de títulos é melhor para ele. Existem desafios e possibilidades a serem estudados, que cada jogador terá que descobrir dentro do jogo, qual o seu perfil?!.

  1. Por exemplo como seria um modelo disso na minha cabeça:

Exemplo 1
Eu quero ser um jogador focado no pvp e combate corpo a corpo:

Carreira de General
I - Título de soldado: +3 de força
II - Título de sargento: +2% de dano com arma de uma mão contra players
III - Título de tenente: +2% de resistência física e magica contra jogadores
IV - Título de capitão: +5 de força
V – General: +5% de danos contra player segurando arma de uma mão ou escudo

Exemplo 2
Eu quero ser um jogador focado no PVE e combate a distância:

Carreira de Grão Mestre Caçador
I – Título caçador 1: +3 de destreza
II –Título caçador 2: +5% de dano contra monstros
III – Título caçador 3: +5% de resistência contra monstros
IV – Título caçador 4: +5 de destreza
V – Grão Mestre Caçador: +10% de dano a distância contra monstro

  1. Os bônus dos títulos dentro do jogo, é algo a ser estudado e trabalhado cuidadosa e profundamente.

  1. Neste sistema, novamente, apenas um exemplo, cada jogador só poderia habilitar um único grande título principal ou plano de carreira principal e ter um número limitado de especializações menores. É um universo a ser explorado.


VII – LIMITES E PENALIDADES

  1. Aqui não tem muito segredo, o jogo precisa ser o mais amplo possível, não deve haver muitas restrições de uso de itens, você pode usar o que quiser, desde que preencha alguns requisitos.

  1. Os status precisam ser melhor trabalhados. Combinar determinada quantidade de atributo necessário para usar um item e/ou upar uma habilidade de maestria é algo que pode ser bem melhor trabalhado. Pode acrescentar também combinações com os títulos e plano de carreia. São muitas possibilidades.

  1. É preciso haver sistema de penalidades para ganho de experiência e formação de grupo, tanto para pve como pvp. Isso evita uma serie de problemas dentro do jogo, por exemplo, que players inexperientes e leveis baixos sejam “carregados” por outros jogadores até um momento do jogo ao qual eles não deveriam estar.


VIII – ÁREAS EXPLORÁVEIS E MONSTROS MISTERIOSOS

  1. Em primeiro lugar, para entender como isso está em minha mente, isso deve ser encarado como algo extremamente raro e completamente aleatório.

  1. A ideia não é algo: “Eu vou entrar no jogo e fazer isso”. NÃO, você não vai.

  1. É algo assim: você está caminhando no mundo aberto, no meio do nada, não é um lugar específico, não é um monstro específico, não é um momento específico, é simplesmente aleatório, não é um respawn fixo, não é você quem decide, não há cálculo, não há uma forma de você “farmar” isso, é algo totalmente imprevisível, ao acaso e por sorte.

  1. De repente você vê, não sei, um coelho diferente (monstro mistérioso), você mata e quando analisa e você tem a POSSIBILIDADE de conseguir algo valioso, veja só, eu disse que você tem a POSSOBILIDADE, por exemplo, de conseguir uma pedra valiosa, ou um componente que pode ser usado para um craft valioso, etc. Veja bem, e atenção, além desses monstros misteriosos aparecerem de maneira totalmente aleatória, a chance de conseguir alguma coisa deles também é totalmente dependente da sorte.

  1. Outra coisa que poderia existir com a mesma ideia, são áreas e / ou objetos exploráveis. Uma gruta misteriosa por exemplo, uma garrafa no meio do rio, um arbusto, coisas que o jogador tem a opção de explorar ou entrar. Mas, novamente, são coisas totalmente aleatórias, que não estão disponíveis para sempre, possuem um curto período de tempo para serem exploradas.


IX – OUTRAS IDEIAS POSSÍVEIS


  1. Futuramente, caso a comunidade e o jogo queiram implementar montarias, ou algo do tipo, é preciso criar um sistema totalmente equilibrado e muito bem elaborado, e que não tenha grande impacto na jogabilidade, eu tenho uma ideia inicial para esse sistema, onde a montaria serve ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE para o deslocamento. E o jogador terá que pensar com muito cuidado se vale a pena usá-la para uma determinada viagem.

  1. O jogador não poderá usar a montaria o tempo todo.

  1. Haverá restrições de área para montarias.

  1. O cavalo terá uma barra de energia que tem um tempo de recarga considerável, se o jogador quiser ir para uma área muito longe o cavalo pode ficar cansado, se não tiver condições para suportar a viagem, e assim ele entrará em “tempo de recarga”. O cavalo ficará na mesma velocidade de um jogador se movimentando, até que ele possa novamente desenvolver velocidade, ele poderá fazer isso somente após um determinado percentual de energia recuperada. O jogador não poderá realizar ações em cima do cavalo. Se o cavalo ou o jogador for abatido, o jogador cai e terá que decidir se corre atrás do cavalo, foge ou vai para o duelo. O jogador precisa ir até o cavalo caso perca o controle dele e o animal saia correndo pela floresta. O jogador não pode fazer algo como assobiar e o cavalo aparecer misteriosamente. Caso o jogador se perca do seus cavalo ao fugir dos inimigos por exemplo, passado algum tempo o cavalo dará respawn na cidade onde o jogador tenha feito seu “check-in”.

84.Os acampamentos devem ter estábulos para o cavalo descansar e recuperar as energias mais rapidamente, porém não deve ser algo instantâneo. De qualquer forma, há muitas variáveis em mente para isso.


X – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Eu tenho várias outras ideias, mas por enquanto acho que é isso.

O mais importante é que o jogo entregue uma gama infinita de possibilidades alinhadas as mais variadas formas e estilos de jogos. Se você gosta do pve, você vai ter suas inúmeros funções e caminhos para de divertir e crescer dentro do jogo, benefícios de craft, farms, você pode ter um papel de destaque nas invasões de monstros e lidar com bosses difíceis, você pode conseguir riqueza e gloria nesse seguimento e estilo de jogo, igualmente se você gosta de pvp, com as intensas guerras e os espólios das batalhas pvp. Acredito que em New World toda facção vai precisa de bons jogadores de pve, com os benefícios que estes jogadores podem ter para lidar com monstros poderosos, crafts, colheitas, mineração, como também precisar do talento de bons jogadores de pvp para as batalhas e guerras. Basta encontrar o equilíbrio do sucesso.

Essas são minhas considerações em face desse primeiro contato com o jogo.

Espero profundamente que o jogo não seja apenas mais um no meio de tantos outros horríveis que já existem.

A Amazon tem plena capacidade e poder para revolucionar mais esse mercado.

Espero que alguma coisa aqui tenha contribuído com algo, e torço pelo sucesso do jogo.

E continuem sempre olhando para o Brasil, aqui também tem mercado e pessoas capacitadas para fazer muita coisa pelo mundo, tanto real como virtual. Abraços!
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2020.08.30 17:28 cazum_bob Jornal pudnal traduzido versão 2(não me pergunte aonde saiu a versão 1(foi aqui mais os moderadores nao aprovaram e sinceramente estava muito melhor que esse)e nem o porque de tanto jazz, eu também não sei onde o tradutor tirou isso)

E mesmo neste caso, aliás, o poder "jazz" ao mesmo tempo que sua fonte com uma maldição: porque é uma força que passaram a ver a nudez de outros lugares e, em geral, a origem. Da 'guerra' de treinamento Ele foi derrotado e eu balançaria o céu novamente e mandaria para os vencedores e perdedores que ele tinha visto em outro lugar. (Ou seja, pessoas más geralmente não são boas, Cazum lancafo) Localização; Se Jazz Jazz 1 e 10 1 10 O1 ainda será também (Alguns segundos) e ao mesmo tempo seja legal (inesperado) e jogue imediatamente. Dica: Este não é um imfinito Cazum (Cazum 8) e Cazum 00, Cazum 8 não pode ser um problema de "out-bug", pois não zera e se espalha como um "bug-out" ...
Correções para ideias antigas
A Federação Mundial fundiu dois cogumelos, é hora de considerar duas pesquisas (de dois anos) (não a mesma coisa, ao mesmo tempo que Mush lembra de duas empresas após reportagens de TV de outras empresas). Após este plano, as empresas irão demitir funcionários.
99% de brochura (Intocado)
Bari 20%
10% das caixas (não de mim o que estão fazendo)
5% da música
1% da mesa
Com a divulgação desta notícia, alguns inimigos foram liberados e lançados nano ou d.d.g (gnomos para a polícia) criarem "passar".
Técnico "PARA EDNALDO INFINITAMENTE"
Se você mudar de emprego na feira de crime, a menos que desenvolvamos o que chamamos de "nano".
Adequado para diferentes números de cartão do titular do cartão. (O medo de incontáveis ​​outros governos mundiais é considerado forte.)
Voltou e se casou com MELIANTE.
Cientistas da Company 8, Cazum (8 usam um formato metafórico, e outros como GOC) Jazz contrai a doença de Cazum 00 jazzmen que podem escapar de 42,3% desse problema depois de morrerem. Ir.
(A raça humana pode, de tempos em tempos, Jazz perdeu o trabalho mundial e morreu 8) Ele disse: “Meu homem morreu no jazz.” Acho que a medida “Renatino” significa o mundo.
00 Velhas criaturas oferecem feridas. Eu sei que agora é só bolo e finalmente ensinar você a lutar contra as pessoas e não o jazz, ele acrescentou, Jazz 00. Haunie
Haunie
00 Cazum
Cazums examinou as suspeitas de morte e destruição do pudnesca multimaterial criminoso, foi avaliado o número de mortes de pudim.
Cazum 8 / não terminado
O que Vl4dimir fez está errado.
Ele fornece informações sobre como devolver arquivos cinza pagos pelo reclamante [ignorado].
00 edifício
Julgue a madeira livre de drogas para o público em geral, fazendo com que o cliente distribua o pudim de ferro de 5kg apropriado.
A menos que você use; Para relatar sobre localização e visibilidade global e / ou como atrair criminosos
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2020.08.27 16:02 Scabello More about Belarus color "revolution"

Text from a amazing marxist virtual magazine from Brazil.

https://revistaopera.com.b2020/08/26/belarus-nacionalismo-e-oposicao/

Belarus: nacionalismo e oposição


As manifestações em Belarus estão recebendo uma grande cobertura nos meios ocidentais, o que se reflete na imprensa brasileira, que se contenta em traduzir e repetir aquilo que é dito em grandes veículos europeus. A amplitude e até a paixão dessa cobertura gera, por efeito de contraste, uma sensação de falta de profundidade, já que em meio de tantas notícias, carecemos até mesmo de uma introdução sobre aspectos específicos do conflito e dos atores que participam dele. O que a cobertura nos oferece, no entanto, é uma narrativa sobre manifestantes lutando contra um ditador em nome da liberdade, discurso fortalecido por uma certa abundância de imagens. Na frente desta luta, a candidata derrotada – alegadamente vítima de fraude – Sviatlana Tsikhanouskaya, uma “mulher simples”, “apenas uma dona de casa”, o símbolo da mudança. Em alguns dos meios de esquerda e alternativos, este posicionamento da grande mídia já gera uma certa desconfiança. Imediatamente surgem perguntas sobre quem forma essa oposição e se podemos fazer comparações com a Ucrânia em 2014, onde uma “revolução democrática” foi acompanhada por grupos neofascistas, ultranacionalismo e chauvinismo anti-russo. Outros já se revoltam contra o reflexo condicionado e declaram que não podemos julgar os eventos de Belarus pela ótica dos eventos ucranianos, e que avaliações não deveriam ser feitas na função inversa da grande mídia. Me deparando com a diversidade de problemas que podem ser desenvolvidos a partir do problema de Belarus, decidi começar com um problema simples de imagem e simbologia, mas que nos traz muitas informações. As imagens que estampam os jornais são dominadas por duas cores: branco e vermelho.

Uma disputa pela história

Uma faixa branca em cima, uma faixa vermelha no meio e outra faixa branca embaixo – esta bandeira domina as manifestações oposicionistas em Belarus. Ela surgiu primeiro em 1919, em uma breve experiência política chamada de República Popular Bielorrussa, órgão liderado por nacionalistas mas criado pela ocupação alemã no contexto do pós-Primeira Guerra, Guerra Civil na Rússia e intervenção estrangeira que ocorreu naquele período. Uma bandeira diferente do símbolo oficial de Belarus: do lado esquerdo, uma faixa vertical reproduz um padrão tradicional bielorrusso, como na costura, em vermelho e branco, do lado duas faixas horizontais, vermelho sobre verde (somente um terço em verde). Bandeira muito similar à velha bandeira da República Socialista Soviética de Belarus, com a diferença que na antiga o padrão tradicional estava com as cores invertidas e na massa vermelha horizontal brilhava a foice-e-martelo amarela com uma estrela vermelha em cima. Os manifestantes também usam um brasão de armas histórico do Grão Ducado da Lituânia, a Pahonia, onde vemos um cavaleiro branco, brandindo sua espada e segurando um escudo adornado por uma cruz jaguelônica. O emblema oficial de Belarus, no entanto, é diferente, correspondendo à simbologia soviética, onde um sol que se levanta sobre o globo ilumina o mapa de Belarus, com bagos de trigo nos flancos e uma estrela vermelha coroando a imagem. Essa diferença entre símbolos do governo e da oposição não é só uma diferença política momentânea, mas remete a uma disputa pela identidade nacional de Belarus, a processos divergentes de formação de consciência nacional, conforme exemplificados por Grigory Ioffe. Quando Belarus se tornou independente da União Soviética nos anos 90, isto aconteceu apesar da vontade popular, sem movimentos separatistas como os que ocorreram vigorosamente nas repúblicas soviéticas bálticas, vizinhas de Belarus pelo norte, ou na parte ocidental da Ucrânia, país que faz fronteira com Belarus pelo sul. Pelo menos até pouco tempo atrás, a maioria dos cidadãos se identificava com a Rússia e concebia a história de Belarus no marco de uma história soviética. Para a maioria da população, o evento mais importante da história de Belarus foi a Grande Guerra Patriótica, isto é, a resistência contra os invasores nazistas, o movimento partisan como primeiro ato de vontade coletiva. É depois da guerra que os bielorrussos se tornam maioria nas cidades do país (antes de maioria judaica, polaca e russa), bem como dirigentes da república soviética – líderes partisans se tornaram líderes do partido. Esse discurso filo-soviético também é acompanhado pela ideia de proximidade com a cultura russa, inclusive a constatação de que é difícil fazer uma diferenciação nacional entre as duas culturas. Em termos de narrativa histórica, isso é acompanhado por afirmações como a de que a Rússia salvou o povo das “terras de Belarus” da opressão nacional e religiosa dos poloneses. Então, figuras históricas da Rússia são lembradas, como por exemplo o general Alexander Suvorov (1730 – 1800), que é celebrado como um herói da luta contra a invasão polonesa das “terras de Belarus” e da Rússia em geral. Essa ideia de união entre Rússia e Belarus é fundamental para o pan-eslavismo. A revolução em 1917 também é considerada um episódio nacional, o começo da criação nacional de Belarus dentro da União Soviética, com sua própria seção bolchevique e adesão dos camponeses à utopia comunista, mas nem isso e nem a história nacional russa superam a Segunda Guerra Mundial como fator de consciência nacional. Contra esta visão surgiu uma alternativa ocidentalizante, que propõe que Belarus é um país completamente diferente da Rússia, que foi dominado pela Rússia e que precisa romper com Moscou para ser um país europeu. Essa tendência tenta afirmar a existência de um componente bielorrusso específico na Comunidade Polaco-Lituana, identificando a elite pré-nacional com nobres locais. Atribuem a “falta de consciência nacional” no país à intrigas externas. Seus heróis de forma geral são heróis poloneses, e celebram quando os poloneses invadiram a Rússia. Se esforçam por fazer uma revisão histórica que justifique a existência de uma nacionalidade bielorrussa atacando a narrativa ligada à Segunda Guerra Mundial, renegando a luta dos partisans e enquadrando sua nação como uma “vítima do estalinismo”, que passa ser comparado com o nazismo como uma força externa. Suas preocupações centrais, além de tentar construir uma história de Belarus antes do século XX, está a preservação da língua bielorrussa em particular, com suas diferenças em relação ao russo. Nessa visão, as repressões do período Stálin deixam de ser uma realidade compartilhada com os russos e outras nacionalidades soviéticas, para ser entendida como uma repressão contra a nação de Belarus, exemplificada principalmente pela repressão de intelectuais nacionalistas. Na tentativa de desconstruir o “estalinismo” e os partisans, os nacionalistas defenderam a Rada Central de Belarus, um órgão colaboracionista criado pela ocupação alemã, que não pode ser chamado sequer de governo títere, mas que adotava a visão histórica dos nacionalistas e fez escolas de língua exclusivamente bielorrussa em Minsk. A Rada foi liderada por Radasłaŭ Astroŭski, que foi para o exílio norte-americano e dissolveu órgão depois da guerra para evitar responsabilização por crimes de guerra. A versão nacionalista não só defende a “posição complicada” dos colaboradores nos anos 40, como revisa positivamente o papel do oficial nazista Wilhelm Kobe, Comissário Geral para Belarus entre 1941 e 1943 (até ser assassinado pela partisan Yelena Mazanik). Argumenta-se que Kobe seria um homem interessado nas coisas bielorrussas e seu domínio permitiu o florescimento nacionalista. Do lado colaboracionista existiu uma Polícia Auxiliar e a Guarda Territorial Bielorrusa, as duas ligadas aos massacres nazistas e associadas a uma das unidades mais infames da SS, a 36ª Divisão de Granadeiros da SS “Dirlewanger”. Depois, foi formada por uma brigada bielorrussa na 30ª da SS. A colaboração usava as bandeiras vermelha e branca, com a Guarda Territorial usando braçadeiras nessa cor. Essas cores seriam retomadas na independência do país em 1991, mas foram muito atacadas por sua associação com a colaboração. Por isso ela foi rechaçada por uma maioria esmagadora em um referendo realizado em 1995, que definiu os símbolos nacionais de hoje e mudou o “Dia da Independência” para 3 de Julho, dia em que Minsk foi libertada das forças de ocupação nazista, em 1944. A visão nacionalista e ocidentalizante é minoritária, compartilhada por algo entre 8% e 10% da população; número que é consistente com o número de católicos do país – um pouco maior, na verdade, o que serve para contemplar uma minoria de jovens de Minsk, que proporcionalmente tendem a ser mais adeptos de uma visão distinta da história soviética. Em 1991, o nacionalismo se reuniu na Frente Popular Bielorrussa, em torno da figura do arqueólogo Zianon Pazniak, que representava uma militância radical, anti-russa, europeísta e guardiã dessa simbologia nacional. O movimento fracassou e parte disso provavelmente se deve à liderança de Pazniak, tido como intolerante. Havia também um movimento paramilitar chamado Legião Branca, que se confrontaria com Lukashenko no final dos anos 90. Estes seriam “os nazis bielorrussos dos anos 90”, pecha que é disputada por seus defensores, que os retratam até mesmo como democratas, mas que é justificada por seus detratores baseada em seu separatismo étnico e intolerância dirigida aos russos apesar de viverem no mesmo espaço e a maioria do seu próprio país falar a língua russa. Ainda assim, o alvo-rubro vem sendo reivindicado como um símbolo de liberdade, democracia e independência: seus defensores vêm tentando firmar a identidade dessa bandeira mais em 1991 do que em 1941. Para todos os efeitos, se tornou um símbolo de oposição Lukashenko, símbolo de “outra Belarus”, com boa parte dos jovens mantendo uma atitude receptiva em relação a ela – um símbolo carregado de controvérsia, mesmo assim. Essas divergências simbólicas escondem diferentes histórias e questões políticas radicais. Além disso, é possível constatar que Belarus tem dois componentes nacionais externos em sua formação: os poloneses e os russos. No plano religioso, o catolicismo associado com Polônia e a ortodoxia associada à Rússia (segundo dados de 2011, 7,1% da população católica, 48,3% ortodoxa e 41,1% diz não ter religião, 3,5% se identificam com outras). Na disputa histórica, existe uma narrativa filo-soviética e outra ocidentalizante. Nesta última década, o próprio governo Lukashenko presidiu sobre uma política de aproximação e conciliação dessas narrativas históricas sobre Belarus, tentando ocupar uma posição mais nacionalista, mesmo que mantendo o núcleo soviético como fundamental. Esta aproximação foi muito criticada por um núcleo duro de patriotas e irredentistas russos. Por outro lado, dentre os manifestantes não necessariamente há uma ruptura total com a narrativa histórica partisan e motivos antifascistas, pelo menos não se buscarmos casos individuais – nesse caso, o uso histórico da bandeira seria ignorado ou superado por outra proposta. Apesar de existir uma oposição que busca lavar a bandeira alvirrubra, é possível identificar nacionalistas radicais na oposição?

Belarus não é Ucrânia – mas pode ser ucranizada?

Pelo menos em meios ocidentais, se afirmou muito que “a crise de Belarus não é geopolítica”. Muitos textos publicados no Carnegie Moscow Center elaboraram em torno dessa afirmação. A declaração da Comissão Europeia afirmou isso. O professor e colunista Thimothy Garton Ash escreveu no The Guardian que sequer se pode esperar um regime democrático liberal depois da saída de Lukashenko, e relata contatos com bielorrussos que dão a impressão de um sentimento ao mesmo tempo oposicionista e pró-russo. Por esse argumento, Belarus é diferente da Ucrânia, as manifestações não têm relação com geopolítica, os bielorrussos até gostam da Rússia e a lógica extrapola ao ponto de dizer que, portanto, Putin tende a apoiá-las. Mais de um texto fala de como a identificação entre bielorrussos e russos, como povos irmãos ou até iguais, “anula” essas questões – isto é, estes textos têm como pressuposto uma solidariedade nacional, uma continuidade entre os dois povos, algo distinto do radicalismo nacionalista. Até parecem acreditar que isto tiraria de Putin o interesse de ajudar Lukashenko ou da Rússia enquadrar esses eventos na sua visão estratégica como algo equivalente ao problema ucraniano. De fato, Belarus não é a Ucrânia. A divisão sobre a identidade nacional não é tão polarizada em Belarus como é na Ucrânia. A divisão regional e linguística, bem como as diferentes orientações geopolíticas, não é tão radical. A marca da colaboração e suas consequências políticas não é tão forte em Belarus como é na Ucrânia – não acredito que o nacionalismo em Belarus está no mesmo patamar do ultranacionalismo ucraniano. No plano da operação política, a comparação com a Ucrânia é feita em função do Maidan de 2014, onde também existem diferenças. O Maidan teve a participação decisiva de partidos políticos consolidados e posicionados dentro do Parlamento, que no momento final tomaram o poder do presidente Yanukovich usando seu poder parlamentar. Partidos ligados a oligarcas multimilionários, com políticos que enriqueceram em negócios de gás, e nas ruas uma tropa de choque de manifestantes formada por nacionalistas bem organizados. Dito isso, devemos olhar para o posicionamento da oposição bielorrussa e não aceitar de forma acrítica as narrativas de que a manifestação não tem nada a ver com geopolítica e que não possuí liderança. Alegam que questões como adesão à OTAN e integração europeia não são primárias na política de Belarus – será mesmo? E essas questões nacionais, não têm relação alguma com as manifestações? Primeiro, um dos movimentos que protagoniza enfrentamentos de rua em Belarus desde outros anos (especialmente nos enfrentamentos de rua de 2010) e se destaca nos meios oposicionistas, inclusive com reconhecimento ocidental, é a Frente Jovem, que é um movimento nacional radical, acusado de filo-fascista e ligado aos neofascistas ucranianos. Este movimento também é ligado ao partido Democracia Cristã Bielorrusa (DCB), o qual ajudou a fundar. Ambos são contra o status oficial da língua russa e querem retirar o russo das escolas. Pavel Sevyarynets, um dos fundadores da Frente Jovem e liderança da DCB, é frequentemente referido como dissidente e “prisioneiro de consciência” foi organizador da campanha “Belarus à Europa”. Ele foi preso antes das eleições como um organizador de distúrbios. A Revista Opera teve acesso ao material de um jornalista internacional que entrevistou um professor de artes bielorrusso, autoproclamado anarquista e defensor das manifestações, que se referiu à prisão de Sevyarynets como um ato preventivo do governo e respondeu a uma pergunta sobre as reivindicações do movimento dizendo que as pessoas tem em sua maior parte bandeiras nacionalistas. Em segundo lugar, cabe ressaltar que um dos principais partidos de oposição e representante das declarações atuais é o Partido da Frente Popular Bielorussa (PFPB), descendente da Frente Popular dos anos 90, um partido de direita, adepto da interpretação nacionalista, hostil à Rússia e pró-europeu. O PFPB, a Democracia Cristã, a Frente Jovem e o partido “Pela Liberdade” são parte de um “Bloco pela Independência de Belarus”. Estes movimentos tiveram vários contatos com grupos neofascistas ucranianos, com a Frente Jovem em específico mantendo relações de longa data e tomando parte em marchas em homenagem a colaboradores como Stepan Bandera e Roman Shukeyvich (que na SS Natchigall foi um carrasco dos habitantes e partisans do sul de Belarus) – diga-se, entretanto, que não necessariamente funcionam da mesma forma que as organizações extremistas. Mesmo movimentos que se organizam como ONGs, com aparência de ativismo genérico e recebendo dinheiro de programas para promover a democracia a partir da Lituânia (que por sua vez direciona dinheiro do Departamento de Estado dos Estados Unidos), servem como organizações nacionalistas, como é o caso da ONG BNR100. Em terceiro lugar, podemos olhar para algumas lideranças de oposição presentes no Conselho de Coordenação formado para derrubar Lukashenko. Foi proclamado que o Conselho de Coordenação é composto por “pessoas destacadas, profissionais, verdadeiros bielorrussos”, por aqueles que “representam o povo bielorrusso da melhor maneira, que nestes dias estão escrevendo uma nova página da história bielorrussa”. Olga Kovalkova, peça importante da campanha de Sviatlana Tsikhanouskaya, que já havia listado pessoas do conselho antes dele ser anunciado oficialmente, em sua página do Facebook. Ela mesma é um dos membros. É graduada pela Transparency International School on Integrity e pela Eastern European School of Political Studies (registrada em Kiev, patrocinada pela USAID, National Endowment for Democracy, Open Society Foundation, Rockefeller Foundation, Ministério das Relações Exteriores da Polônia, União Europeia e estruturas da OTAN). Kovalkova é co-presidente da Democracia Cristã Bielorrussa; defende a saída de Belarus da Organização Tratado de Segurança Coletiva (OTSC; Tratado de Takshent), a separação do Estado da União com a Rússia e a retirada do russo da vida pública. O outro co-presidente da DCB, Vitaly Rymashevsky, também está no conselho. Ales Bialiatski, famoso como defensor dos direitos humanos e que foi preso sob acusação de enganar o fisco a respeito da extensão de sua fortuna, também fez parte do movimento nacionalista da Frente Popular de Belarus, do qual foi secretário entre 1996 e 1999 e vice-presidente entre 1999 e 2001. Também é fundador da organização Comunidade Católica Bielorrussa. É presidente do Viasna Human Rights Centre (financiado por Eurasia Foundation, USAID e OpenSociety) e recebeu o prêmio liberdade do Atlantic Council, além de prêmios e financiamentos na Polônia. Sua prisão em 2011 foi baseada em dados financeiros fornecidos por promotores poloneses e lituanos, enquadrado por um artigo de sonegação da lei bielorrussa.
Na hoste dos nacionalistas mais comprometidos representados no Comitê de Coordenação temos também Yuras Gubarevich, fundador do partido “Pela Liberdade”, antes um dos fundadores da “Frente Jovem” e foi durante anos liderança do Partido Popular; uma das grandes lideranças oposicionistas.
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Pavel Belaus é ligado à Frente Jovem, um dos líderes da ONG Hodna e dono da loja de símbolos nacionalistas Symbal. Ele também é ligado ao movimento neofascista ucraniano Pravy Sektor e esteve envolvido na rede de voluntários bielorrussos para a Ucrânia. Andriy Stryzhak, do BNR100, ligado ao Partido da Frente Popular, coordenador da iniciativa BYCOVID19. Participou do Euromaidan, de campanhas de solidariedade com a “Operação Antiterrorista” de Kiev no leste da Ucrânia e de articulação com voluntários bielorrussos. Andrey Egorov promove a integração europeia. Alexander Dobrovolsky, líder liberal ligado ao velho eixo de aliados de Boris Yeltsin no parlamento soviético, é pró-ocidente. Sergei Chaly trabalhou em campanhas de Lukashenko no passado, é um especialista do mundo financeiro, ligado a oposição liberal russa e pro ocidente. Sim, também existem elementos de esquerda liberal ligados ao Partido Social Democrata de Belarus (Hromada), uma dissidência do PSD oficial, que é a favor da adesão à União Europeia e da OTAN. Dito isso, não falamos o suficiente da influência nacionalista. Tomemos por exemplo o grupo Charter 97, apoiado pelo ocidente, principalmente pela Radio Free Europe, que se estiliza como um movimento demo-liberal. Dão espaço para a Frente Jovem, onde naturalmente seu líder pode chamar os bielorrussos que combatem na Ucrânia de “heróis” pois combatem a “horda” (se referindo a Rússia da mesma maneira que o Pravy Sektor). Voluntários bielorrussos combateram ao lado de unidades do Pravy Sektor e do Batalhão Azov. Durante as manifestações, o Charter 97 publicou, no dia 15 de agosto, um texto comemorando o “Milagre sobre o Vistula: no dia 15 de agosto o exército polonês salvou a Europa dos bolcheviques” e “Dez Vitórias de Belarus”, em que a Rússia é retratada como “inimigo secular” dos bielorrussos. Ações de ocupação de poloneses contra a Rússia são celebradas como “vitórias bielorrussas”. É importante também observar o papel que padres católicos vêm cumprindo nas manifestações, inclusive se colocando à frente de algumas delas. O bispo católico Oleg Butkevich questionou as eleições no dia 12 de agosto. Pelo menos em Lida, em Vitebetsk, Maladzyechna e em Polotsk, clérigos organizaram manifestações. Em Minsk, tomou parte o secretário de imprensa da Conferência de Bispos de Belarus, Yury Sanko. Em Polotsk, sobre a justificativa de ser uma procissão, o padre Vyacheslav Barok falou do momento político como uma “luta do bem contra o mal”. É claro que padres católicos podem participar de movimentos políticos de massa, eles também são parte da sociedade, mas este dado não deixa de ter uma significação política específica, visto que os radicais do nacionalismo bielorrusso se organizam no seio da comunidade católica. Ao mesmo tempo, isso gera ansiedade em um “outro lado”, no que seria um lado “pró-russo”, não só por conta de conspirações sobre “catolicização” do país, mas por ter visto na experiência ucraniana a associação de clérigos do catolicismo grego a neofascistas e eventualmente o Estado bancando uma ofensiva contra a Igreja Ortodoxa russa, o que inclui tomada de terras e expropriação de templos. O mesmo problema está ocorrendo neste ano com os ortodoxos sérvios em Montenegro; existem dois precedentes recentes no mundo religioso cristão ortodoxo que podem servir para uma mobilização contra as manifestações.

Programa de oposição: em busca do elo perdido

A candidatura de Tikhanovskaya não tinha um programa muito claro fora a oposição a Lukashenko. Porém, um programa de plataforma comum da oposição, envolvendo o Partido da Frente Popular, o Partido Verde, o Hramada, a Democracia Cristã e o “Pela Liberdade” chegou a ser formulado em uma “iniciativa civil” envolvendo estes partidos e ONGs que estava no site ZaBelarus. Depois, parte deste programa foi transferido para o portal ReformBy. Quando o programa passou a ser exposto no contexto das manifestações (por volta do dia 16), a oposição tirou o site do ar, mas ele ainda pode ser acessado com a ferramenta Wayback Machine. O programa quer anular todas as reformas e referendos desde 1994, retornando à Constituição daquele ano (e conforme escrita pelo Soviete Supremo). Se compromete a retirar da língua russa seus status oficial, além de substituir a atual bandeira por uma vermelho e branca. Existe uma proposta de reforma total de todas as instituições: bancárias, centrais, locais, judiciais, policiais, militares.
O programa também tem uma sessão dedicada à previdência, criticando o sistema de repartição solidária de Belarus como “falido” e responsável por uma “alta carga tributária sobre os negócios”. Propõem “simplificação”, “desburocratização” e “alfabetização financeira da população” para que esta assuma sua parcela de responsabilidade pela aposentadoria. O sistema seria “insustentável” no ano de 2050 por razões demográficas. Também criticam o “monopólio” da previdência pública, “sem alternativas no mercado”. A proposta oposicionista é de contas individuais de pensão com contribuição obrigatória, mas sem eliminar o sistema solidário, tornando o sistema “baseado em dois pilares”; elevar a idade de aposentadoria das mulheres (57) para igual a dos homens (62); “desburocratização” através da eliminação e fusão de órgãos públicos de seguridade social; eliminar diversos tipos de benefício e igualar os valores para todos os cidadãos (independente da ocupação). Essas propostas previdenciárias em específico são assinadas por Olga Kovalkova. Na seção de economia, o programa fala de um “problema do emprego” criticando as empresas estatais e demandando flexibilização da legislação, “incentivos para os investidores”, “uma política macroeconômica de alta qualidade, i.e. inflação baixa, política fiscal disciplinada, escopo amplo para a iniciativa privada”; “o mercado de trabalho é super-regulado”, diz o documento. “Melhorar o ambiente de negócios e o clima de investimentos”, “tomar todas as medidas necessárias para atrair corporações transnacionais”, “privatização em larga escala”, “criação de um mercado de terras pleno”, “desburocratização e desmonopolização da economia”, “adoção das normas básicas de mercado e padrão de mercadorias da União Europeia”, enumera o programa dentre as diversas propostas, que incluem privatização de serviços públicos e criação de um mercado de moradia competitivo. Até aqui, com exceção da referência à língua russa, estamos falando mais de neoliberais do que nacionalistas propriamente. Podemos dizer também que pontos como adoção de padrões europeus e reformas econômicas influenciam a questão geopolítica. Ainda assim, boa parte dessas reformas econômicas também são defendidas por Viktor Barbaryka, empresário bielorrusso que era tido como principal candidato de oposição a Lukashenko que está preso por crimes financeiros; Barbaryka é considerado um “amigo do Kremlin”, pró-russo. Existe uma seção perdida, a seção de “Reforma da Segurança Nacional”. Na primeira semana de protestos, surgiu na rede uma suposta reprodução do conteúdo dessa seção¹. O conteúdo é uma análise ocidentalista que enquadra o Kremlin como uma ameaça, propondo a saída do Tratado de Takshent, da União com a Rússia e medidas para fortalecer o país com “educação patriótica”. Muitos temas que já foram vistos na Ucrânia, com a identificação do Kremlin como uma ameaça tendo como consequência a proposição de medidas contra “agentes do Kremlin” dentro do país, na mídia e na sociedade civil (e, dentre elas, uma proposta de “bielorrussificação” das igrejas). Tão logo isso passou a ser denunciado na primeira semana depois das eleições, o site inteiro foi tirado do ar. A oposição, tendo entrado em um confronto prolongado que pelo visto não esperava (contando com a queda rápida de Lukashenko) sabe que esse tipo de coisa favorece o governo e cria um campo favorável para ele, por isso agora tentam se dissociar, falando deste programa como produto de uma iniciativa privada, apesar de ser uma articulação política envolvendo líderes da oposição. Tanto seus elementos de reforma econômica combinam com o que diziam políticos de oposição liberal em junho, como as supostas posições geopolíticas casam com os nacionalistas que tomam parte da coalizão (e na verdade, é um tanto óbvio que pelo menos uma parte considerável dos liberais é pró-OTAN). No mesmo dia que tal documento foi exposto na mídia estatal bielorrussa – e mais tarde, comentado por Lukashenko em reunião do Comitê Nacional de Defesa – o Conselho de Coordenação declarou oficialmente que desejam cooperar com “todos os parceiros, incluindo a Federação Russa”. Desinformação? Por mais provocativas que sejam as posições do suposto trecho do programa, é fundamentalmente o discurso normal de nacionalistas e liberais atlantistas em Belarus; agora que os dados foram lançados, é natural que a direção oposicionista que não reconhece os resultados das eleições procure se desvencilhar desses posicionamentos estranhos aos seu objetivo mais imediato, que é derrubar Lukashenko.² Ainda que os manifestantes possam ter motivações diversas, a situação atual está longe de ser livre do peso da geopolítica e das narrativas históricas que sustentam o caminhar de um país.
Notas:¹ – Procurando o trecho em russo no Google com um intervalo de tempo entre o primeiro dia de janeiro de 2020 até o primeiro dia de agosto (isto é, antes disso virar uma febre na rede russa), o próprio mecanismo de pesquisa oferece uma página do “Za Belarus” que contém o trecho, mas com um link quebrado – sinal de que há algum registro no cache do Google. A data é dia 25 de junho.
² – O Partido da Frente Popular da Bielorrússia acusou Lukashenko de “fake news” ao divulgar o que seria o seu programa como se fosse de Tikhanovskaya, tratando as medidas como “inevitáveis para Belarus” porém “fora de questão” no momento. O programa, naturalmente, é marcado pela retórica nacionalista e defende adesão de Belarus na OTAN, mas não usa o mesmo palavreado. Da mesma forma o programa do PFPB também tem princípios liberais-conservadores na economia.
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2020.08.12 04:15 YatoToshiro Persona 5 Royal (PS4) Analise

Persona 5 Royal (PS4) Analise

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Persona 5 Enredo:
Depois que o Joker defende uma mulher de ser abusada por um homem bêbado na rua, ele é falsamente acusado de agressão e colocado em liberdade condicional, resultando na expulsão de sua escola. Joker é enviado para Tóquio para ficar com seu amigo da família Sojiro Sakura e frequentar a Shujin Academy durante seu ano de liberdade condicional. Após sua chegada, ele é levado para a Sala de Veludo, onde Igor o avisa que ele deve "se reabilitar" para evitar a ruína futura, e concede a ele acesso a um aplicativo móvel sobrenatural que leva Joker ao Metaverso e ao Palácio do voleibol abusivo da escola treinador Suguru Kamoshida. O Joker conhece Morgana, que o informa sobre a habilidade de mudar o coração das pessoas perversas, roubando seu "Tesouro", a raiz emocional de seu comportamento, dos Palácios governados por seus Shadow Malignos. Após reformar Kamoshida com sucesso, Ryuji, Joker, Ann e Morgana formam os Ladrões Fantasmas de Corações, roubando a corrupção dos corações dos adultos para reformar a cidade.
Conforme o número de membros e sucessos dos Ladrões Fantasmas aumenta, eles atraem a atenção do público e da polícia, incluindo o promotor público Sae Niijima e o detetive prodígio Goro Akechi. Os Ladrões Fantasmas descobrem que outro grupo secreto, incluindo um assassino com máscara negra, está usando o Metaverso para assassinar seus alvos e, em seguida, enquadrando os Ladrões Fantasmas de Corações pelas mortes. Em busca da conspiração, o grupo se junta a Akechi, que posteriormente é revelado ser o assassino mascarado. Escapando para se esconder com a ajuda de Sae, os Ladrões Fantasmas deduzem que o líder da conspiração é o político Masayoshi Shido, que tem usado a habilidade de Akechi de se infiltrar no Metaverso para remover obstáculos para que ele se torne primeiro-ministro e imponha suas reformas no Japão, bem como no que apresentou acusações de agressão contra Joker. Quando os Ladrões Fantasmas se infiltram no Palácio de Shido, eles enfrentam Akechi, que revela ser filho ilegítimo de Shido. Ele também revela que tem planejado secretamente se vingar de Shido por anos de negligência e convoca seu verdadeiro Persona: Loki. Uma vez derrotado, Akechi se sacrifica para proteger os Ladrões Fantasmas de um grupo de inimigos, permitindo que eles escapem, alcancem e derrotem Shido.
Apesar da prisão e confissão de Shido após sua mudança de opinião, o público continua desinteressado e perdeu a confiança na autoridade e nos Ladrões Fantasmas. Em resposta, os Ladrões Fantasmas fazem um assalto final para se infiltrar nas profundezas de Mementos, o Palácio dos corações de todos, e roubar o tesouro em seu núcleo. Lá dentro, eles descobrem que o público está um caos e optou por abrir mão de sua autonomia. Os Ladrões Fantasmas são então ejetados das Mementos pelo próprio Tesouro, assumindo a forma do Santo Graal, e desaparecem após testemunhar a fusão do Metaverso com a realidade. Acordando na Sala de Veludo, Joker confronta Igor, Caroline e Justine. Caroline e Justine recuperam suas memórias e se fundem em Lavenza, sua verdadeira forma. Lavenza revela o Igor que o Coringa tem visto na Sala de Veludo até este ponto é Yaldabaoth, que aprisionou o Igor real. Yaldabaoth, o Santo Graal, foi criado a partir do desejo da humanidade de abrir mão do controle e, por meio de uma aposta feita com Igor sobre os objetivos da humanidade, Yaldabaoth deu a Joker e Akechi suas habilidades para ver se o mundo seria preservado ou destruído por suas ações, ao mesmo tempo que conduz o jogo a seu favor.
Joker rejeita a oferta de Yaldabaoth de retornar ao seu mundo às custas de sua liberdade, e ele, junto com o resto dos Ladrões Fantasmas, luta contra ele. Os confidentes de Joker conquistam o apoio popular do povo, rebelando-se contra o controle da humanidade por Yaldabaoth e permitindo que Joker desperte sua personalidade definitiva para destruir Yaldabaoth e o Metaverso. Após a derrota de Yaldabaoth, para que Shido seja processado, Joker deve se transformar na polícia. Enquanto Joker está encarcerado, o resto dos Ladrões Fantasmas e seus confidentes ajudam a garantir a evidência da inocência de Joker na acusação de agressão, levando a sua condenação sendo anulada. Na primavera, os amigos de Joker o levam de volta para sua cidade natal.
Persona 5 Royal Enredo:
Em Persona 5 Royal, dois novos personagens interagem com os Ladrões Fantasmas: Kasumi Yoshizawa, uma talentosa ginasta rítmica que se transferiu para Shujin ao mesmo tempo que Joker, e Takuto Maruki, um conselheiro escolar contratado após a exposição de Kamoshida. Kasumi desperta para sua Persona após chamar Joker para um novo palácio em Odaiba. Maruki, por sua vez, fala com cada um dos Ladrões Fantasmas, aprendendo seus desejos mais profundos. Depois de derrotar Yaldabaoth, Akechi se entrega a Sae no lugar de Joker. No início do ano seguinte, Joker encontra a realidade distorcida; Akechi foi libertado sem motivo, e cada Ladrão Fantasma teve seu desejo mais profundo realizado. Joker, Akechi e Kasumi investigam o Palácio em Odaiba e descobrem que seu dono é Maruki, que também é um usuário Persona e capaz de alterar a realidade. Através da influência de Yaldabaoth, Maruki também controla Mementos, tendo-o usurpado dos Ladrões Fantasmas depois que eles confessaram seus desejos a ele durante suas sessões de aconselhamento.
Maruki revela que "Kasumi" é sua irmã gêmea Sumire, personificando-a para lidar com sua morte, e dá a Joker tempo para escolher se aceita sua realidade idealizada. Joker lembra os Ladrões Fantasmas e Sumire de suas vidas reais, e eles concordam em mudar o coração de Maruki. No início de fevereiro, Joker descobre por Maruki que Akechi foi trazido de volta à realidade pelo desejo de Joker de salvá-lo e que se ele continuará a viver depende de Joker aceitar o mundo de Maruki. O Coringa recusa a oferta e os Ladrões Fantasmas derrotam Maruki no dia seguinte. A realidade volta ao normal, e com Akechi desaparecido, Joker se encontra de volta à prisão, mas com a ajuda dos Ladrões Fantasmas e seus Confidantes, ele é absolvido de suas acusações.
Em sua reunião final após a libertação de Joker, cada membro dos Ladrões Fantasmas escolhe perseguir seu futuro. No dia em que ele deveria voltar para casa, Joker escapa perseguindo agentes do governo com a ajuda dos Ladrões Fantasmas e de um Maruki reformado, que agora é motorista de táxi. Na estação, Sumire o encontra e se despede. Uma cena pós-crédito alcançada por meio de certos requisitos de jogo mostra uma pessoa parecida com Akechi passando pela janela no trem de Joker para casa.

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A Analise aqui vai valer tanto pro Antigo e pro Royal.
Persona 5:
Enredo MERDA, mas o jogo é OK.
Historia do Persona 5 é bem fraco comparando com Persona 4, Se pá ele é mais fraco comparando quase todos jogos de Persona. Mas tirando isso tem coisas que faz esse jogo não ser um completo Flop como Sonic Forces ou Jump Force da vida.
Persona 5 Royal:
Enredo que considerei uma Merda no Antigo foi pra BOM e muita coisa deixou esse jogo mais Legal do que ele já era.
A historia em si continua sendo uma merda, mas o que salva esse jogo é o Terceiro Semestre do jogo. A Parte que conta a Historia da Kisume e Dr Maruki apesar de ser Clichê para krl, eu confesso que eu gostei. Foi bem desenvolvido. Tudo que tem de NOVO no Royal é Fantástico.
Mesmo não gostando da Historia de P5, eu confesso que eu amo esse jogo. Mas pra mim esse jogo é dos primeiros Jogos de RPG que Nunca mais vou pensar em revisitar o jogo. Enfrentar os chefes desse jogo é um Saco
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2020.08.12 04:14 YatoToshiro Persona 5 Royal (PS4) Analise


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Persona 5 Enredo:
Depois que o Joker defende uma mulher de ser abusada por um homem bêbado na rua, ele é falsamente acusado de agressão e colocado em liberdade condicional, resultando na expulsão de sua escola. Joker é enviado para Tóquio para ficar com seu amigo da família Sojiro Sakura e frequentar a Shujin Academy durante seu ano de liberdade condicional. Após sua chegada, ele é levado para a Sala de Veludo, onde Igor o avisa que ele deve "se reabilitar" para evitar a ruína futura, e concede a ele acesso a um aplicativo móvel sobrenatural que leva Joker ao Metaverso e ao Palácio do voleibol abusivo da escola treinador Suguru Kamoshida. O Joker conhece Morgana, que o informa sobre a habilidade de mudar o coração das pessoas perversas, roubando seu "Tesouro", a raiz emocional de seu comportamento, dos Palácios governados por seus Shadow Malignos. Após reformar Kamoshida com sucesso, Ryuji, Joker, Ann e Morgana formam os Ladrões Fantasmas de Corações, roubando a corrupção dos corações dos adultos para reformar a cidade.
Conforme o número de membros e sucessos dos Ladrões Fantasmas aumenta, eles atraem a atenção do público e da polícia, incluindo o promotor público Sae Niijima e o detetive prodígio Goro Akechi. Os Ladrões Fantasmas descobrem que outro grupo secreto, incluindo um assassino com máscara negra, está usando o Metaverso para assassinar seus alvos e, em seguida, enquadrando os Ladrões Fantasmas de Corações pelas mortes. Em busca da conspiração, o grupo se junta a Akechi, que posteriormente é revelado ser o assassino mascarado. Escapando para se esconder com a ajuda de Sae, os Ladrões Fantasmas deduzem que o líder da conspiração é o político Masayoshi Shido, que tem usado a habilidade de Akechi de se infiltrar no Metaverso para remover obstáculos para que ele se torne primeiro-ministro e imponha suas reformas no Japão, bem como no que apresentou acusações de agressão contra Joker. Quando os Ladrões Fantasmas se infiltram no Palácio de Shido, eles enfrentam Akechi, que revela ser filho ilegítimo de Shido. Ele também revela que tem planejado secretamente se vingar de Shido por anos de negligência e convoca seu verdadeiro Persona: Loki. Uma vez derrotado, Akechi se sacrifica para proteger os Ladrões Fantasmas de um grupo de inimigos, permitindo que eles escapem, alcancem e derrotem Shido.
Apesar da prisão e confissão de Shido após sua mudança de opinião, o público continua desinteressado e perdeu a confiança na autoridade e nos Ladrões Fantasmas. Em resposta, os Ladrões Fantasmas fazem um assalto final para se infiltrar nas profundezas de Mementos, o Palácio dos corações de todos, e roubar o tesouro em seu núcleo. Lá dentro, eles descobrem que o público está um caos e optou por abrir mão de sua autonomia. Os Ladrões Fantasmas são então ejetados das Mementos pelo próprio Tesouro, assumindo a forma do Santo Graal, e desaparecem após testemunhar a fusão do Metaverso com a realidade. Acordando na Sala de Veludo, Joker confronta Igor, Caroline e Justine. Caroline e Justine recuperam suas memórias e se fundem em Lavenza, sua verdadeira forma. Lavenza revela o Igor que o Coringa tem visto na Sala de Veludo até este ponto é Yaldabaoth, que aprisionou o Igor real. Yaldabaoth, o Santo Graal, foi criado a partir do desejo da humanidade de abrir mão do controle e, por meio de uma aposta feita com Igor sobre os objetivos da humanidade, Yaldabaoth deu a Joker e Akechi suas habilidades para ver se o mundo seria preservado ou destruído por suas ações, ao mesmo tempo que conduz o jogo a seu favor.
Joker rejeita a oferta de Yaldabaoth de retornar ao seu mundo às custas de sua liberdade, e ele, junto com o resto dos Ladrões Fantasmas, luta contra ele. Os confidentes de Joker conquistam o apoio popular do povo, rebelando-se contra o controle da humanidade por Yaldabaoth e permitindo que Joker desperte sua personalidade definitiva para destruir Yaldabaoth e o Metaverso. Após a derrota de Yaldabaoth, para que Shido seja processado, Joker deve se transformar na polícia. Enquanto Joker está encarcerado, o resto dos Ladrões Fantasmas e seus confidentes ajudam a garantir a evidência da inocência de Joker na acusação de agressão, levando a sua condenação sendo anulada. Na primavera, os amigos de Joker o levam de volta para sua cidade natal.
Persona 5 Royal Enredo:
Em Persona 5 Royal, dois novos personagens interagem com os Ladrões Fantasmas: Kasumi Yoshizawa, uma talentosa ginasta rítmica que se transferiu para Shujin ao mesmo tempo que Joker, e Takuto Maruki, um conselheiro escolar contratado após a exposição de Kamoshida. Kasumi desperta para sua Persona após chamar Joker para um novo palácio em Odaiba. Maruki, por sua vez, fala com cada um dos Ladrões Fantasmas, aprendendo seus desejos mais profundos. Depois de derrotar Yaldabaoth, Akechi se entrega a Sae no lugar de Joker. No início do ano seguinte, Joker encontra a realidade distorcida; Akechi foi libertado sem motivo, e cada Ladrão Fantasma teve seu desejo mais profundo realizado. Joker, Akechi e Kasumi investigam o Palácio em Odaiba e descobrem que seu dono é Maruki, que também é um usuário Persona e capaz de alterar a realidade. Através da influência de Yaldabaoth, Maruki também controla Mementos, tendo-o usurpado dos Ladrões Fantasmas depois que eles confessaram seus desejos a ele durante suas sessões de aconselhamento.
Maruki revela que "Kasumi" é sua irmã gêmea Sumire, personificando-a para lidar com sua morte, e dá a Joker tempo para escolher se aceita sua realidade idealizada. Joker lembra os Ladrões Fantasmas e Sumire de suas vidas reais, e eles concordam em mudar o coração de Maruki. No início de fevereiro, Joker descobre por Maruki que Akechi foi trazido de volta à realidade pelo desejo de Joker de salvá-lo e que se ele continuará a viver depende de Joker aceitar o mundo de Maruki. O Coringa recusa a oferta e os Ladrões Fantasmas derrotam Maruki no dia seguinte. A realidade volta ao normal, e com Akechi desaparecido, Joker se encontra de volta à prisão, mas com a ajuda dos Ladrões Fantasmas e seus Confidantes, ele é absolvido de suas acusações.
Em sua reunião final após a libertação de Joker, cada membro dos Ladrões Fantasmas escolhe perseguir seu futuro. No dia em que ele deveria voltar para casa, Joker escapa perseguindo agentes do governo com a ajuda dos Ladrões Fantasmas e de um Maruki reformado, que agora é motorista de táxi. Na estação, Sumire o encontra e se despede. Uma cena pós-crédito alcançada por meio de certos requisitos de jogo mostra uma pessoa parecida com Akechi passando pela janela no trem de Joker para casa.

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A Analise aqui vai valer tanto pro Antigo e pro Royal.
Persona 5:
Enredo MERDA, mas o jogo é OK.
Historia do Persona 5 é bem fraco comparando com Persona 4, Se pá ele é mais fraco comparando quase todos jogos de Persona. Mas tirando isso tem coisas que faz esse jogo não ser um completo Flop como Sonic Forces ou Jump Force da vida.
Persona 5 Royal:
Enredo que considerei uma Merda no Antigo foi pra BOM e muita coisa deixou esse jogo mais Legal do que ele já era.
A historia em si continua sendo uma merda, mas o que salva esse jogo é o Terceiro Semestre do jogo. A Parte que conta a Historia da Kisume e Dr Maruki apesar de ser Clichê para krl, eu confesso que eu gostei. Foi bem desenvolvido. Tudo que tem de NOVO no Royal é Fantástico.
Mesmo não gostando da Historia de P5, eu confesso que eu amo esse jogo. Mas pra mim esse jogo é dos primeiros Jogos de RPG que Nunca mais vou pensar em revisitar o jogo. Enfrentar os chefes desse jogo é um Saco.
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2020.08.12 02:31 GuilhermeSPD Mourão: Entre Churchill e Pétain.

Mourão: Entre Churchill e Pétain.

Da esquerda para direita: Philippe Pétain, Hamilton Mourão e Winston Churchill.
A história militar, não só brasileira mas também mundial está repleta de exemplos de traidores nacionais saídos das fileiras de suas forças armadas. No Brasil, temos os casos de Luiz Carlos Prestes e Carlos Lamarca, dois oficiais do Exército Brasileiro que preferiram aderir aos interesses revolucionários de nações comunistas internacionais (sendo a maior expoente, na época, a União Soviética), abandonando as fileiras das forças de defesa dos países que juraram proteger com a própria vida se preciso fosse.
Hoje sabemos que existe no mundo um consórcio maligno formado por forças globalistas e meta-capitalistas, unidas a um partido comunista que domina há 70 anos com mão de ferro e total controle social a maior nação asiática. Está cada vez mais claro que este consórcio tem como um de seus principais objetivos a supressão de todos nossos direitos mais essenciais, especialmente a liberdade de pensamento e expressão, o direito de ir e vir, e os direitos religiosos.
Ao analisar este cenário geopolítico atual é impossível não fazer um paralelo com o mundo do final da década de 30 do século passado, que se encontrava sob uma ameaça tão terrível quanto a que estamos vivendo hoje. Naqueles tempos, o mundo assistia assombrado um partido totalitário de cunho nacional-socialista dominar a nação mais bem-sucedida da Europa e espalhar a opressão e o terror entre a sua própria população, enquanto começava a estender suas garras sobre os países vizinhos.
Após Hitler invadir e anexar aos seus domínios a Áustria e os Sudetos (região da extinta Tchecoeslováquia), os povos dos demais países europeus atingiram um nível de preocupação e tensão elevadíssimo, mas ainda assim, nenhuma nação ousou reagir aos crimes cometidos pelo regime nazista. Este fato nos remete à displicência das nações mundiais diante dos absurdos cometidos pelo regime ditatorial da nação oriental que atualmente avança sobre o mundo. Pois é, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Naquele momento, a reação do mundo livre tardou, mas finalmente aconteceu. Após a invasão de mais um país, desta vez a Polônia, o regime nazista recebeu a declaração de guerra por parte do Reino Unido e da França, enquanto os demais países europeus insistiam em uma neutralidade desconfiada. O fato é que a Alemanha nazista havia se transformado em uma gigantesca máquina de guerra, com sua fama alimentada por um bem elaborado plano de propaganda que incluía produções audiovisuais de um certo grau de qualidade, algo até então inédito.
Neste contexto, as demais nações se sentiam acuadas, intimidadas perante a auto aclamada superioridade nazista, e assim sendo, preferiram assumir uma postura de neutralidade acreditando que estariam livres dos tentáculos da máquina de guerra germânica. Um erro crasso. E causa espanto que ainda hoje certas nações ao redor do mundo ainda optem por este tipo de ação perante um regime ditatorial que está de pé e a cada dia que passa dá amostras de não ter limites para seu apetite de dominação.
Voltando à Segunda Guerra Mundial, a essa altura oficialmente declarada, o início dos combates foi extremamente desolador para as nações aliadas. As tropas britânicas sofreram grandes derrotas, e só não foram completamente deflagradas graças ao episódio conhecido como “o milagre de Dunquerque”. Para quem tiver interesse em saber mais sobre este momento crucial da guerra recomendo o excelente filme “Dunquerque” de Christopher Nolan.
A situação da França foi ainda mais desoladora, com os alemães invadindo o território francês e impondo uma derrota avassaladora, além de termos de rendição humilhantes. Neles ficou definido que o país seria repartido e o regime nazista dominaria 2/3 dos territórios franceses enquanto o terço mais ao sul ficaria sob domínio de uma administração fantoche com sede na cidade de Vichy.
Esse arranjo só foi possível graças a complacência de alguns figurões da política francesa, liderados por uma das personagens que fazem parte da trinca de militares que estão sendo analisadas neste artigo, seu nome era Henri Philippe Benoni Omer Joseph Pétain, ou somente Marechal Pétain. Pétain foi um herói na Primeira Guerra Mundial, tendo sido decisivo nas batalhas finais ocorridas em solo francês e que fizeram a balança pender a favor da tríplice aliança. Por sua atuação ficou conhecido como o Leão de Verdun.
Hoje seu nome é sinônimo de infâmia, traição e colaboracionismo com o inimigo. O marechal foi designado chefe de estado da França com a missão de obter um acordo de paz com os invasores nazistas, o que fez com muito gosto. Pétain ficou tão satisfeito com o jugo nazista sobre seu povo que impôs ao estado fantoche francês leis antissemitas ainda mais terríveis do que as que a própria Alemanha havia criado.
Até a liberação da França pelas forças aliadas em 1944, estima-se que o regime do traidor Pétain tenha deportado cerca de 75 mil judeus para campos de concentração nazistas, de onde menos de 2 mil conseguiram sair com vida. Ao fim da guerra, o chefe de estado foi julgado e condenado à pena de morte por seus crimes, tendo sua pena substituída por prisão perpétua devido a sua idade avançada e sua condição de herói da primeira guerra. Entretanto, os demais condenados por colaborar com o inimigo não tiveram a mesma sorte que o marechal e pagaram com a vida pelos crimes cometidos.
Enquanto a França lidou a maior parte da guerra com a desonra e humilhação de ter os alemães dominando seu país por meio de suas tropas ou de seus fantoches, o Reino Unido adotou uma postura completamente oposta. Após o episódio de Dunquerque, o Reino Unido se viu na obrigação de reestruturar suas defesas contra os nazistas, que por sua vez pretendiam usar o território do norte francês, que devido à sua proximidade ao território britânico, seria a base avançada no objetivo de invadir a ilha.
Recém-nomeado primeiro-ministro britânico, um pouco antes da batalha de Dunquerque, Sir Winston Leonard Spencer-Churchill, outro de nossas três personagens, decidiu então direcionar todos os esforços nacionais para organizar as forças armadas e a população do Reino Unido a resistir aos ataques nazistas e em seguida conseguir derrotar o poderoso inimigo.
É curioso que Churchill tenha sido alçado ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, uma vez que, poucos meses antes do início oficial da guerra, o ex-tenente coronel fora chamado de belicista, radical e extremista por políticos e a parte liberal (leia-se esquerdista) da imprensa britânica. Na verdade, hoje sabemos que Churchill foi um dos únicos a perceber e denunciar a ameaça que representava os projetos de domínio global da Alemanha Nazista na época. Mais uma vez, podemos fazer um paralelo com o momento que vivemos atualmente.
Hoje, toda voz que se levanta para denunciar os planos de dominação mundial do regime ditatorial comunista que vem da Ásia, é acusado de extremista, racista, fascista e todo tipo de “ista” possível. Quando não, é um paranóico, adepto de teorias da conspiração. Churchill hoje seria considerado um louco, belicista e paranóico? Certamente que sim. Como diz o guru dos comunistas, Marx: A história se repete, primeiro como tragédia e depois como farsa.
Mas como diz a sabedoria popular, Deus escreve certo por linhas tortas. O homem que fora tão insultado dentro do seu próprio país foi o responsável por tirá-lo da beira da dominação nazista. A custa de muito “sangue, sofrimento, lágrimas e suor”, liderou a reviravolta nos campos de batalhas que levariam as nações aliadas a destruir o III Reich e restaurar a liberdade na maior parte dos países europeus, salvo aqueles que a partir de então passariam a ser assediados pelo leviatã soviético. Mas isso é assunto para outro texto.
Churchill já era um homem aclamado em seu país, também era um herói de guerra e possuía uma ficha de brilhantes serviços prestados a sua nação. Com seus feitos históricos liderando os países livres na Segunda Guerra Mundial alcançou um status de herói nacional. Uma verdadeira lenda em todo o mundo. Em 2002, em votação promovida pela BBC, foi eleito o maior britânico de todos os tempos.
Diferente de seu colega Pétain, que foi da glória a infâmia, Churchill foi um homem que soube entender o zeitgeist da primeira metade do século XX e ainda hoje é uma referência para os amantes da liberdade e patriotas em todas as partes do mundo.
Por isso, para surpresa de zero pessoas, começamos a ver movimentos como o realizado pelo presidente globalista francês Emmanuel Macron, que fez um esforço para reabilitar o nome de Pétain em 2018, ano em que se comemorou os 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Por este fato, o atual presidente francês sofreu duras críticas dentro do próprio país.
E mais recentemente, vimos neste ano de 2020, grupos antifas querendo derrubar uma estátua de Churchill em Londres. Sim, ele mesmo. O homem que livrou a Europa do nazismo e do fascimo se tornou alvo dos terroristas que vestem camisas pretas e levantam os punhos.
Então, com toda esta história recente, recheada de exemplos de figuras militares e estadistas que optaram por caminhos diametralmente opostos nos momentos em que suas pátrias mais necessitaram, nos causa estranheza ao ver um general do Exército Brasileiro e atual vice-presidente da república como o senhor Antônio Hamilton Martins Mourão, vir a público por diversas vezes defender interesses de empresas de telecomunicações que, além de estrangeiras, também se encontram em posição de subordinação ao partido que comanda o seu país de origem.
Mourão também é possuidor de uma extensa ficha de serviços prestados a pátria e detentor de grande prestígio junto a população desde que passou a ter uma voz alinhada aos anseios da população em oposição aos governos petistas que assolaram o Brasil de 2002 até 2016. Com suas falas críticas em relação as sandices petistas, o nome do general ganhou apelo político a ponto de ter se tornado o vice-presidente na chapa patriota comandada por Bolsonaro.
Não restam dúvidas que Mourão teve um passado glorioso como militar, assim como os mencionados Pétain e Churchill. A grande questão é: Mourão, como liderança política, vai optar por ser um traidor ou herói? Como general de 4 estrelas das forças terrestres, podemos cogitar que o vice-presidente tenha estudado a biografia dos grandes líderes militares das maiores potências mundiais.
E se Mourão conhece a história dos mandatários francês e britânico devemos nos preocupar quando o próprio exalta a gigante da tecnologia oriental? Ainda mais quando esta mesma empresa é acusada de roubo de informações e espionagem pelas principais agências de inteligência do mundo? E por qual motivo Mourão está tão envolvido neste assunto sendo que não é a ele que cabe as decisões nesta área de telecomunicações?
O fato é que, aos brasileiros comuns sem altos cargos públicos e acesso a informações sensíveis à nação, nos causa muito espanto ver um Mourão completamente a vontade em defender as vantagens da empresa do país do dragão e considerar a participação desta fundamental nos leilões da quinta geração de comunicações, em detrimento das outras concorrentes, sobre as quais o vice-presidente não dá sequer uma palavra de incentivo.
Estaria o general da reserva atuando como lobista desta empresa? Ou seria ele um profundo conhecedor das estratégias de contrainformação contidas na obra “A Arte da Guerra”, do chinês Sun Tzu, e estaria então fazendo o famoso jogo de cena? Por via das dúvidas deixaria aqui uma sugestão ao Sr. Hamilton Mourão: Releia as biografias de Pétain e Churchill, e não escolha o exemplo errado a seguir.
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2020.08.12 02:03 GuilhermeSPD Mourão: Entre Churchill e Pétain.

Mourão: Entre Churchill e Pétain.

Da esquerda para direita: Philippe Pétain, Hamilton Mourão e Winston Churchill.
A história militar, não só brasileira mas também mundial está repleta de exemplos de traidores nacionais saídos das fileiras de suas forças armadas. No Brasil, temos os casos de Luiz Carlos Prestes e Carlos Lamarca, dois oficiais do Exército Brasileiro que preferiram aderir aos interesses revolucionários de nações comunistas internacionais (sendo a maior expoente, na época, a União Soviética), abandonando as fileiras das forças de defesa dos países que juraram proteger com a própria vida se preciso fosse.
Hoje sabemos que existe no mundo um consórcio maligno formado por forças globalistas e meta-capitalistas, unidas a um partido comunista que domina há 70 anos com mão de ferro e total controle social a maior nação asiática. Está cada vez mais claro que este consórcio tem como um de seus principais objetivos a supressão de todos nossos direitos mais essenciais, especialmente a liberdade de pensamento e expressão, o direito de ir e vir, e os direitos religiosos.
Ao analisar este cenário geopolítico atual é impossível não fazer um paralelo com o mundo do final da década de 30 do século passado, que se encontrava sob uma ameaça tão terrível quanto a que estamos vivendo hoje. Naqueles tempos, o mundo assistia assombrado um partido totalitário de cunho nacional-socialista dominar a nação mais bem-sucedida da Europa e espalhar a opressão e o terror entre a sua própria população, enquanto começava a estender suas garras sobre os países vizinhos.
Após Hitler invadir e anexar aos seus domínios a Áustria e os Sudetos (região da extinta Tchecoeslováquia), os povos dos demais países europeus atingiram um nível de preocupação e tensão elevadíssimo, mas ainda assim, nenhuma nação ousou reagir aos crimes cometidos pelo regime nazista. Este fato nos remete à displicência das nações mundiais diante dos absurdos cometidos pelo regime ditatorial da nação oriental que atualmente avança sobre o mundo. Pois é, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Naquele momento, a reação do mundo livre tardou, mas finalmente aconteceu. Após a invasão de mais um país, desta vez a Polônia, o regime nazista recebeu a declaração de guerra por parte do Reino Unido e da França, enquanto os demais países europeus insistiam em uma neutralidade desconfiada. O fato é que a Alemanha nazista havia se transformado em uma gigantesca máquina de guerra, com sua fama alimentada por um bem elaborado plano de propaganda que incluía produções audiovisuais de um certo grau de qualidade, algo até então inédito.
Neste contexto, as demais nações se sentiam acuadas, intimidadas perante a auto aclamada superioridade nazista, e assim sendo, preferiram assumir uma postura de neutralidade acreditando que estariam livres dos tentáculos da máquina de guerra germânica. Um erro crasso. E causa espanto que ainda hoje certas nações ao redor do mundo ainda optem por este tipo de ação perante um regime ditatorial que está de pé e a cada dia que passa dá amostras de não ter limites para seu apetite de dominação.
Voltando à Segunda Guerra Mundial, a essa altura oficialmente declarada, o início dos combates foi extremamente desolador para as nações aliadas. As tropas britânicas sofreram grandes derrotas, e só não foram completamente deflagradas graças ao episódio conhecido como “o milagre de Dunquerque”. Para quem tiver interesse em saber mais sobre este momento crucial da guerra recomendo o excelente filme “Dunquerque” de Christopher Nolan.
A situação da França foi ainda mais desoladora, com os alemães invadindo o território francês e impondo uma derrota avassaladora, além de termos de rendição humilhantes. Neles ficou definido que o país seria repartido e o regime nazista dominaria 2/3 dos territórios franceses enquanto o terço mais ao sul ficaria sob domínio de uma administração fantoche com sede na cidade de Vichy.
Esse arranjo só foi possível graças a complacência de alguns figurões da política francesa, liderados por uma das personagens que fazem parte da trinca de militares que estão sendo analisadas neste artigo, seu nome era Henri Philippe Benoni Omer Joseph Pétain, ou somente Marechal Pétain. Pétain foi um herói na Primeira Guerra Mundial, tendo sido decisivo nas batalhas finais ocorridas em solo francês e que fizeram a balança pender a favor da tríplice aliança. Por sua atuação ficou conhecido como o Leão de Verdun.
Hoje seu nome é sinônimo de infâmia, traição e colaboracionismo com o inimigo. O marechal foi designado chefe de estado da França com a missão de obter um acordo de paz com os invasores nazistas, o que fez com muito gosto. Pétain ficou tão satisfeito com o jugo nazista sobre seu povo que impôs ao estado fantoche francês leis antissemitas ainda mais terríveis do que as que a própria Alemanha havia criado.
Até a liberação da França pelas forças aliadas em 1944, estima-se que o regime do traidor Pétain tenha deportado cerca de 75 mil judeus para campos de concentração nazistas, de onde menos de 2 mil conseguiram sair com vida. Ao fim da guerra, o chefe de estado foi julgado e condenado à pena de morte por seus crimes, tendo sua pena substituída por prisão perpétua devido a sua idade avançada e sua condição de herói da primeira guerra. Entretanto, os demais condenados por colaborar com o inimigo não tiveram a mesma sorte que o marechal e pagaram com a vida pelos crimes cometidos.
Enquanto a França lidou a maior parte da guerra com a desonra e humilhação de ter os alemães dominando seu país por meio de suas tropas ou de seus fantoches, o Reino Unido adotou uma postura completamente oposta. Após o episódio de Dunquerque, o Reino Unido se viu na obrigação de reestruturar suas defesas contra os nazistas, que por sua vez pretendiam usar o território do norte francês, que devido à sua proximidade ao território britânico, seria a base avançada no objetivo de invadir a ilha.
Recém-nomeado primeiro-ministro britânico, um pouco antes da batalha de Dunquerque, Sir Winston Leonard Spencer-Churchill, outro de nossas três personagens, decidiu então direcionar todos os esforços nacionais para organizar as forças armadas e a população do Reino Unido a resistir aos ataques nazistas e em seguida conseguir derrotar o poderoso inimigo.
É curioso que Churchill tenha sido alçado ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, uma vez que, poucos meses antes do início oficial da guerra, o ex-tenente coronel fora chamado de belicista, radical e extremista por políticos e a parte liberal (leia-se esquerdista) da imprensa britânica. Na verdade, hoje sabemos que Churchill foi um dos únicos a perceber e denunciar a ameaça que representava os projetos de domínio global da Alemanha Nazista na época. Mais uma vez, podemos fazer um paralelo com o momento que vivemos atualmente.
Hoje, toda voz que se levanta para denunciar os planos de dominação mundial do regime ditatorial comunista que vem da Ásia, é acusado de extremista, racista, fascista e todo tipo de “ista” possível. Quando não, é um paranóico, adepto de teorias da conspiração. Churchill hoje seria considerado um louco, belicista e paranóico? Certamente que sim. Como diz o guru dos comunistas, Marx: A história se repete, primeiro como tragédia e depois como farsa.
Mas como diz a sabedoria popular, Deus escreve certo por linhas tortas. O homem que fora tão insultado dentro do seu próprio país foi o responsável por tirá-lo da beira da dominação nazista. A custa de muito “sangue, sofrimento, lágrimas e suor”, liderou a reviravolta nos campos de batalhas que levariam as nações aliadas a destruir o III Reich e restaurar a liberdade na maior parte dos países europeus, salvo aqueles que a partir de então passariam a ser assediados pelo leviatã soviético. Mas isso é assunto para outro texto.
Churchill já era um homem aclamado em seu país, também era um herói de guerra e possuía uma ficha de brilhantes serviços prestados a sua nação. Com seus feitos históricos liderando os países livres na Segunda Guerra Mundial alcançou um status de herói nacional. Uma verdadeira lenda em todo o mundo. Em 2002, em votação promovida pela BBC, foi eleito o maior britânico de todos os tempos.
Diferente de seu colega Pétain, que foi da glória a infâmia, Churchill foi um homem que soube entender o zeitgeist da primeira metade do século XX e ainda hoje é uma referência para os amantes da liberdade e patriotas em todas as partes do mundo.
Por isso, para surpresa de zero pessoas, começamos a ver movimentos como o realizado pelo presidente globalista francês Emmanuel Macron, que fez um esforço para reabilitar o nome de Pétain em 2018, ano em que se comemorou os 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Por este fato, o atual presidente francês sofreu duras críticas dentro do próprio país.
E mais recentemente, vimos neste ano de 2020, grupos antifas querendo derrubar uma estátua de Churchill em Londres. Sim, ele mesmo. O homem que livrou a Europa do nazismo e do fascimo se tornou alvo dos terroristas que vestem camisas pretas e levantam os punhos.
Então, com toda esta história recente, recheada de exemplos de figuras militares e estadistas que optaram por caminhos diametralmente opostos nos momentos em que suas pátrias mais necessitaram, nos causa estranheza ao ver um general do Exército Brasileiro e atual vice-presidente da república como o senhor Antônio Hamilton Martins Mourão, vir a público por diversas vezes defender interesses de empresas de telecomunicações que, além de estrangeiras, também se encontram em posição de subordinação ao partido que comanda o seu país de origem.
Mourão também é possuidor de uma extensa ficha de serviços prestados a pátria e detentor de grande prestígio junto a população desde que passou a ter uma voz alinhada aos anseios da população em oposição aos governos petistas que assolaram o Brasil de 2002 até 2016. Com suas falas críticas em relação as sandices petistas, o nome do general ganhou apelo político a ponto de ter se tornado o vice-presidente na chapa patriota comandada por Bolsonaro.
Não restam dúvidas que Mourão teve um passado glorioso como militar, assim como os mencionados Pétain e Churchill. A grande questão é: Mourão, como liderança política, vai optar por ser um traidor ou herói? Como general de 4 estrelas das forças terrestres, podemos cogitar que o vice-presidente tenha estudado a biografia dos grandes líderes militares das maiores potências mundiais.
E se Mourão conhece a história dos mandatários francês e britânico devemos nos preocupar quando o próprio exalta a gigante da tecnologia oriental? Ainda mais quando esta mesma empresa é acusada de roubo de informações e espionagem pelas principais agências de inteligência do mundo? E por qual motivo Mourão está tão envolvido neste assunto sendo que não é a ele que cabe as decisões nesta área de telecomunicações?
O fato é que, aos brasileiros comuns sem altos cargos públicos e acesso a informações sensíveis à nação, nos causa muito espanto ver um Mourão completamente a vontade em defender as vantagens da empresa do país do dragão e considerar a participação desta fundamental nos leilões da quinta geração de comunicações, em detrimento das outras concorrentes, sobre as quais o vice-presidente não dá sequer uma palavra de incentivo.
Estaria o general da reserva atuando como lobista desta empresa? Ou seria ele um profundo conhecedor das estratégias de contrainformação contidas na obra “A Arte da Guerra”, do chinês Sun Tzu, e estaria então fazendo o famoso jogo de cena? Por via das dúvidas deixaria aqui uma sugestão ao Sr. Hamilton Mourão: Releia as biografias de Pétain e Churchill, e não escolha o exemplo errado a seguir.
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2020.08.12 01:56 GuilhermeSPD Mourão: Entre Churchill e Pétain.


Da esquerda para direita: Philippe Pétain, Hamilton Mourão e Winston Churchill.
A história militar, não só brasileira mas também mundial está repleta de exemplos de traidores nacionais saídos das fileiras de suas forças armadas. No Brasil, temos os casos de Luiz Carlos Prestes e Carlos Lamarca, dois oficiais do Exército Brasileiro que preferiram aderir aos interesses revolucionários de nações comunistas internacionais (sendo a maior expoente, na época, a União Soviética), abandonando as fileiras das forças de defesa dos países que juraram proteger com a própria vida se preciso fosse.
Hoje sabemos que existe no mundo um consórcio maligno formado por forças globalistas e meta-capitalistas, unidas a um partido comunista que domina há 70 anos com mão de ferro e total controle social a maior nação asiática. Está cada vez mais claro que este consórcio tem como um de seus principais objetivos a supressão de todos nossos direitos mais essenciais, especialmente a liberdade de pensamento e expressão, o direito de ir e vir, e os direitos religiosos.
Ao analisar este cenário geopolítico atual é impossível não fazer um paralelo com o mundo do final da década de 30 do século passado, que se encontrava sob uma ameaça tão terrível quanto a que estamos vivendo hoje. Naqueles tempos, o mundo assistia assombrado um partido totalitário de cunho nacional-socialista dominar a nação mais bem-sucedida da Europa e espalhar a opressão e o terror entre a sua própria população, enquanto começava a estender suas garras sobre os países vizinhos.
Após Hitler invadir e anexar aos seus domínios a Áustria e os Sudetos (região da extinta Tchecoeslováquia), os povos dos demais países europeus atingiram um nível de preocupação e tensão elevadíssimo, mas ainda assim, nenhuma nação ousou reagir aos crimes cometidos pelo regime nazista. Este fato nos remete à displicência das nações mundiais diante dos absurdos cometidos pelo regime ditatorial da nação oriental que atualmente avança sobre o mundo. Pois é, qualquer semelhança não é mera coincidência.
Naquele momento, a reação do mundo livre tardou, mas finalmente aconteceu. Após a invasão de mais um país, desta vez a Polônia, o regime nazista recebeu a declaração de guerra por parte do Reino Unido e da França, enquanto os demais países europeus insistiam em uma neutralidade desconfiada. O fato é que a Alemanha nazista havia se transformado em uma gigantesca máquina de guerra, com sua fama alimentada por um bem elaborado plano de propaganda que incluía produções audiovisuais de um certo grau de qualidade, algo até então inédito.
Neste contexto, as demais nações se sentiam acuadas, intimidadas perante a auto aclamada superioridade nazista, e assim sendo, preferiram assumir uma postura de neutralidade acreditando que estariam livres dos tentáculos da máquina de guerra germânica. Um erro crasso. E causa espanto que ainda hoje certas nações ao redor do mundo ainda optem por este tipo de ação perante um regime ditatorial que está de pé e a cada dia que passa dá amostras de não ter limites para seu apetite de dominação.
Voltando à Segunda Guerra Mundial, a essa altura oficialmente declarada, o início dos combates foi extremamente desolador para as nações aliadas. As tropas britânicas sofreram grandes derrotas, e só não foram completamente deflagradas graças ao episódio conhecido como “o milagre de Dunquerque”. Para quem tiver interesse em saber mais sobre este momento crucial da guerra recomendo o excelente filme “Dunquerque” de Christopher Nolan.
A situação da França foi ainda mais desoladora, com os alemães invadindo o território francês e impondo uma derrota avassaladora, além de termos de rendição humilhantes. Neles ficou definido que o país seria repartido e o regime nazista dominaria 2/3 dos territórios franceses enquanto o terço mais ao sul ficaria sob domínio de uma administração fantoche com sede na cidade de Vichy.
Esse arranjo só foi possível graças a complacência de alguns figurões da política francesa, liderados por uma das personagens que fazem parte da trinca de militares que estão sendo analisadas neste artigo, seu nome era Henri Philippe Benoni Omer Joseph Pétain, ou somente Marechal Pétain. Pétain foi um herói na Primeira Guerra Mundial, tendo sido decisivo nas batalhas finais ocorridas em solo francês e que fizeram a balança pender a favor da tríplice aliança. Por sua atuação ficou conhecido como o Leão de Verdun.
Hoje seu nome é sinônimo de infâmia, traição e colaboracionismo com o inimigo. O marechal foi designado chefe de estado da França com a missão de obter um acordo de paz com os invasores nazistas, o que fez com muito gosto. Pétain ficou tão satisfeito com o jugo nazista sobre seu povo que impôs ao estado fantoche francês leis antissemitas ainda mais terríveis do que as que a própria Alemanha havia criado.
Até a liberação da França pelas forças aliadas em 1944, estima-se que o regime do traidor Pétain tenha deportado cerca de 75 mil judeus para campos de concentração nazistas, de onde menos de 2 mil conseguiram sair com vida. Ao fim da guerra, o chefe de estado foi julgado e condenado à pena de morte por seus crimes, tendo sua pena substituída por prisão perpétua devido a sua idade avançada e sua condição de herói da primeira guerra. Entretanto, os demais condenados por colaborar com o inimigo não tiveram a mesma sorte que o marechal e pagaram com a vida pelos crimes cometidos.
Enquanto a França lidou a maior parte da guerra com a desonra e humilhação de ter os alemães dominando seu país por meio de suas tropas ou de seus fantoches, o Reino Unido adotou uma postura completamente oposta. Após o episódio de Dunquerque, o Reino Unido se viu na obrigação de reestruturar suas defesas contra os nazistas, que por sua vez pretendiam usar o território do norte francês, que devido à sua proximidade ao território britânico, seria a base avançada no objetivo de invadir a ilha.
Recém-nomeado primeiro-ministro britânico, um pouco antes da batalha de Dunquerque, Sir Winston Leonard Spencer-Churchill, outro de nossas três personagens, decidiu então direcionar todos os esforços nacionais para organizar as forças armadas e a população do Reino Unido a resistir aos ataques nazistas e em seguida conseguir derrotar o poderoso inimigo.
É curioso que Churchill tenha sido alçado ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, uma vez que, poucos meses antes do início oficial da guerra, o ex-tenente coronel fora chamado de belicista, radical e extremista por políticos e a parte liberal (leia-se esquerdista) da imprensa britânica. Na verdade, hoje sabemos que Churchill foi um dos únicos a perceber e denunciar a ameaça que representava os projetos de domínio global da Alemanha Nazista na época. Mais uma vez, podemos fazer um paralelo com o momento que vivemos atualmente.
Hoje, toda voz que se levanta para denunciar os planos de dominação mundial do regime ditatorial comunista que vem da Ásia, é acusado de extremista, racista, fascista e todo tipo de “ista” possível. Quando não, é um paranóico, adepto de teorias da conspiração. Churchill hoje seria considerado um louco, belicista e paranóico? Certamente que sim. Como diz o guru dos comunistas, Marx: A história se repete, primeiro como tragédia e depois como farsa.
Mas como diz a sabedoria popular, Deus escreve certo por linhas tortas. O homem que fora tão insultado dentro do seu próprio país foi o responsável por tirá-lo da beira da dominação nazista. A custa de muito “sangue, sofrimento, lágrimas e suor”, liderou a reviravolta nos campos de batalhas que levariam as nações aliadas a destruir o III Reich e restaurar a liberdade na maior parte dos países europeus, salvo aqueles que a partir de então passariam a ser assediados pelo leviatã soviético. Mas isso é assunto para outro texto.
Churchill já era um homem aclamado em seu país, também era um herói de guerra e possuía uma ficha de brilhantes serviços prestados a sua nação. Com seus feitos históricos liderando os países livres na Segunda Guerra Mundial alcançou um status de herói nacional. Uma verdadeira lenda em todo o mundo. Em 2002, em votação promovida pela BBC, foi eleito o maior britânico de todos os tempos.
Diferente de seu colega Pétain, que foi da glória a infâmia, Churchill foi um homem que soube entender o zeitgeist da primeira metade do século XX e ainda hoje é uma referência para os amantes da liberdade e patriotas em todas as partes do mundo.
Por isso, para surpresa de zero pessoas, começamos a ver movimentos como o realizado pelo presidente globalista francês Emmanuel Macron, que fez um esforço para reabilitar o nome de Pétain em 2018, ano em que se comemorou os 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Por este fato, o atual presidente francês sofreu duras críticas dentro do próprio país.
E mais recentemente, vimos neste ano de 2020, grupos antifas querendo derrubar uma estátua de Churchill em Londres. Sim, ele mesmo. O homem que livrou a Europa do nazismo e do fascimo se tornou alvo dos terroristas que vestem camisas pretas e levantam os punhos.
Então, com toda esta história recente, recheada de exemplos de figuras militares e estadistas que optaram por caminhos diametralmente opostos nos momentos em que suas pátrias mais necessitaram, nos causa estranheza ao ver um general do Exército Brasileiro e atual vice-presidente da república como o senhor Antônio Hamilton Martins Mourão, vir a público por diversas vezes defender interesses de empresas de telecomunicações que, além de estrangeiras, também se encontram em posição de subordinação ao partido que comanda o seu país de origem.
Mourão também é possuidor de uma extensa ficha de serviços prestados a pátria e detentor de grande prestígio junto a população desde que passou a ter uma voz alinhada aos anseios da população em oposição aos governos petistas que assolaram o Brasil de 2002 até 2016. Com suas falas críticas em relação as sandices petistas, o nome do general ganhou apelo político a ponto de ter se tornado o vice-presidente na chapa patriota comandada por Bolsonaro.
Não restam dúvidas que Mourão teve um passado glorioso como militar, assim como os mencionados Pétain e Churchill. A grande questão é: Mourão, como liderança política, vai optar por ser um traidor ou herói? Como general de 4 estrelas das forças terrestres, podemos cogitar que o vice-presidente tenha estudado a biografia dos grandes líderes militares das maiores potências mundiais.
E se Mourão conhece a história dos mandatários francês e britânico devemos nos preocupar quando o próprio exalta a gigante da tecnologia oriental? Ainda mais quando esta mesma empresa é acusada de roubo de informações e espionagem pelas principais agências de inteligência do mundo? E por qual motivo Mourão está tão envolvido neste assunto sendo que não é a ele que cabe as decisões nesta área de telecomunicações?
O fato é que, aos brasileiros comuns sem altos cargos públicos e acesso a informações sensíveis à nação, nos causa muito espanto ver um Mourão completamente a vontade em defender as vantagens da empresa do país do dragão e considerar a participação desta fundamental nos leilões da quinta geração de comunicações, em detrimento das outras concorrentes, sobre as quais o vice-presidente não dá sequer uma palavra de incentivo.
Estaria o general da reserva atuando como lobista desta empresa? Ou seria ele um profundo conhecedor das estratégias de contrainformação contidas na obra “A Arte da Guerra”, do chinês Sun Tzu, e estaria então fazendo o famoso jogo de cena? Por via das dúvidas deixaria aqui uma sugestão ao Sr. Hamilton Mourão: Releia as biografias de Pétain e Churchill, e não escolha o exemplo errado a seguir.
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2020.08.04 22:42 Mr_Libertarian Meia entrada, inteira estupidez, nenhuma vergonha

Por: Paulo Kogos
A legislação concernente ao “direito à meia-entrada” engloba uma quantidade desanimadora de projetos de lei, de medidas provisórias e de decretos-lei — um verdadeiro emaranhado jurídico. Trata de temas como emissão de carteiras estudantis, qualificação jurídica de estudante, definição dos tipos de estabelecimento e eventos que serão enquadrados. É a prova de que o estado, ao interferir nas trocas voluntárias das pessoas, gera erros que antes não existiam. Potencializa falhas que os legisladores insistem em remendar com leis adicionais, as quais geram novas falhas, sendo que bastava apenas revogar as anteriores. Defendo aqui a revogação da lei da meia-entrada.
Deparei-me com diversos sites de movimentos estudantis, e nele estão resumidos os sentimentos bárbaros que permeiam a mentalidade daqueles que aprovam essa determinação.
O primeiro argumento é o de que a meia-entrada é lei, como se algumas das maiores atrocidades da História não houvessem sido cometidas em nome das leis impostas pelos estados. Elas violam os direitos naturais dos indivíduos. Trata-se de legislação criminosa. É impossível concluir que há o dever de cumpri-la por meio de um argumento legal positivista. Ao contrário: há um dever moral de descumpri-la. Conforme lembra Thomas Jefferson, quando a injustiça se torna lei, a resistência se torna um dever. Uma solução bonita já praticada em alguns eventos é estender a meia-entrada a todos, afinal não há legislação que impeça isso. Basta dizer que o preço base é o dobro do preço praticado e não há nada que os legisladores possam fazer a respeito.
Outro bordão repetido constantemente é: “meia-entrada: um direito do estudante brasileiro”. Falácia. O estudante não possui direito à meia-entrada. Aliás, ele sequer possui o direito de entrar em um cinema ou teatro. Uma casa de espetáculos é propriedade privada do seu dono, assim como uma residência, plantação ou consultório médico. O uso econômico que o proprietário faz de seu imóvel não altera sua natureza privada e ele deve poder decidir quem nele entra. Ninguém tem o direito de entrar na residência de uma pessoa, e o mesmo vale para um cinema.
É possível, contudo, que o proprietário de um estabelecimento, ao buscar o lucro, firme um contrato com um indivíduo, permitindo que ele adentre o local mediante um pagamento. O dono do local tem o direito de exigir a quantia que quiser, e o consumidor decide se aceita ou não a oferta. O preço justo é aquele que resulta de um acordo voluntário entre as partes. Obrigar o empreendedor a adotar uma determinada política de preços é um ato de agressão. É uma violação do seu direito à propriedade privada, um direito negativo que impõe aos agentes externos a obrigatoriedade de não violá-lo. Direitos positivos tais como “direito à meia-entrada” impõe a terceiros uma obrigação de supri-los, conflitando com o direito negativo à propriedade. A lei deve proteger os direitos negativos apenas. Conforme nos explica Frédéric Bastiát em A Lei, um uso alternativo da legislação terá efeitos indesejáveis:
Quando a lei e a força mantém um homem dentro dos limites da justiça, elas o impõe nada mais que uma mera negação. Apenas o obrigam a se abster de causar dano. (…) Mas quando a lei, por intermédio de seu agente necessário – a força – impõe uma forma de trabalho, um método ou matéria de ensino, uma crença, uma adoração, ela não é mais negativa, ela age positivamente sobre os homens (…) Eles não mais terão necessidade de consultar, comparar ou prever; a lei faz tudo por eles. O intelecto se torna um fardo inútil; eles deixam de ser homens; eles perdem sua personalidade, sua liberdade, sua propriedade.
Há um órgão chamado Delegacia da Meia-Entrada, da UJE (União dos Jovens e Estudantes), cuja função é incitar estudantes a denunciar os estabelecimentos culturais e esportivos que não se adequarem à legislação da meia- entrada. Uma sirene de polícia serve como vinheta para o vídeo institucional do órgão. O empreendedor é visto como um inimigo em potencial, senão como um criminoso, sendo que tudo o que ele faz é sacrificar seu tempo e arriscar seu capital para fornecer serviços de entretenimento e cultura ao consumidor, visando o lucro. No auge da opressão socialista na Alemanha Oriental, um em cada seis adultos era informante do governo. A atitude dos movimentos estudantis lembra a dos informantes da Stasi, a polícia secreta da República Democrática Alemã.
Thomas Sowell certa vez disse que “A primeira lei da economia é a escassez. A primeira lei da política é ignorar a primeira lei da economia”.
A constatação de Sowell é clara no que diz respeito à Lei da Meia Entrada. Cinemas, teatros e shows são escassos. Qualquer intervenção estatal nos preços do setor gerará distorções que prejudicarão produtores e consumidores dos serviços de entretenimento.
Podemos deduzir da praxeologia que as empresas de cinema, teatros e shows estão lucrando menos do que lucrariam na ausência da lei, pois do contrário seus gestores aplicariam suas determinações voluntariamente. Empresários buscam maximizar o lucro de suas empresas. Menor lucratividade em um setor da economia implica necessariamente menor reinvestimento, menor atratividade para potenciais concorrentes e menores salários.
Menor reinvestimento acarreta redução na implantação de novas tecnologias e de métodos gerenciais que aumentariam a qualidade dos serviços prestados ou que reduziriam custos devido ao aumento na eficiência das operações. A menor atratividade reduz a concorrência, que é justamente a força que pressiona as organizações a inovar, abaixar seus preços e melhorar seus serviços. Pequenos empreendedores ficarão de fora do mercado. Hoje algumas poucas empresas controlam a quase totalidade dos cinemas. Salas baratas em bairros de periferia ou cidades do interior enfrentam dificuldades de se manter, sendo que muitas fecharam as portas. Antes desta legislação não só havia salas de cinema mais acessíveis como também era comum que pessoas de baixa renda fossem às mesmas salas frequentadas por pessoas de alta renda. Hoje, o Brasil, único país com lei de meia-entrada, apresenta os ingressos mais caros do mundo. Uma ida ao teatro, por exemplo, requer certo grau de planejamento financeiro.
Os menores salários pagos aos empregados do setor, um efeito que a esquerda estudantil se recusa a comentar, afetam todos os salários da economia. Os assalariados de outra indústria poderiam querer migrar para o ramo de eventos se a remuneração fosse maior, o que forçaria os empregadores a aumentar os salários daquela indústria se quisessem reter a mão-de-obra.
A lei da meia-entrada nada mais é que uma discriminação de preços imposta pelo estado. Essa prática já é adotada voluntariamente por empreendedores em diversos mercados. Casas noturnas costumam cobrar um ingresso menor de mulheres. Uma maior proporção de mulheres aumenta a atratividade da balada e o dono do local aufere maiores lucros ao discriminar preços por gênero. O mesmo acontece com as promoções do tipo “leve 3, pague 2”. Aqui a discriminação é relativa à quantidade comprada. O comerciante percebe uma elevada elasticidade na demanda de parte da sua clientela e lucra com esse tipo de oferta. Alguns estabelecimentos americanos oferecem descontos para veteranos de guerra. O motivo pode ser um apelo de marketing ou o patriotismo do empresário, mas o fato relevante para a economia é que, sendo uma decisão voluntária, é ela que maximiza a utilidade dos agentes envolvidos na troca.
Cabe ao empreendedor decidir se adotará uma estratégia de discriminação de preços, qual será ela, qual será o público-alvo e como ela será implantada. Em um mercado desregulamentado de cinemas, por exemplo, poderia haver cinemas especializados no público infantil, que exibiriam animações e ofereceriam descontos às babás. Outros seriam voltados para pessoas idosas e teriam maior facilidade de acesso. Haveria promoções de dia dos namorados, com filmes românticos o dia inteiro e desconto para os homens. Poderíamos nos deparar com salas especializadas em filmes cult ou mesmo em documentários. Estas seriam as principais candidatas a ter parcerias com escolas e universidades, oferecendo descontos aos estudantes de forma voluntária (e com uma genuína razão de existir).
O modus operandi estatal, porém, engloba todos os indivíduos com uma regulação que mina a iniciativa, a flexibilidade e a imaginação empreendedora. A precisão do cálculo econômico do empreendedor, sua propensão a assumir riscos e a necessidade de inovar são prejudicados, dificultando a existência desses arranjos.
Quando o estado força uma política de discriminação de preços, ele está se apoderando do papel do empresário, mas sem o seu incentivo de alocar recursos eficientemente para auferir lucros, e sem o conhecimento específico do mercado onde ele atua. O burocrata é um ignorante de todos os mercados. A lei da meia-entrada é um ato de planificação econômica que necessariamente terá um efeito predatório sobre a economia.
Engana-se o estudante que acredita estar obtendo alguma vantagem com a meia-entrada. A legislação não pode alterar os custos do produtor. Se o governo obrigá-lo a cobrar meio ingresso de uma pessoa, ele aumentará o preço base do ingresso para minimizar a perda de receita. Todos os outros pagantes arcarão com o custo. No Brasil, quase a totalidade dos ingressos vendidos em cinemas, teatros e shows são meias-entradas, que por isso custam praticamente o dobro do que poderiam custar imediatamente após a revogação dessa lei. O mercado ainda absorveria efeitos benéficos adicionais advindos da desregulamentação, que reduziriam ainda mais os preços.
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que limita a meia-entrada a 40% dos ingressos vendidos. Segundo os autores do projeto, a imprevisibilidade da demanda por meias-entradas é assim mitigada, permitindo que o empresário reduza os preços da admissão. Embora este argumento seja verdadeiro, o projeto de lei não resolve o problema. A agressão continua existindo, juntamente com todos os efeitos encarecedores do ingresso gerados pela menor lucratividade do setor e pelo ajuste do preço para mitigar a perda de receita.
Haverá ainda outra consequência nefasta. As pessoas correrão para comprar os ingressos com antecedência antes que a cota de 40% acabe. É provável que haja um esgotamento mais rápido de todos os ingressos, o que exigirá do consumidor um maior gasto com informação e planejamento. A corrida também poderá induzir um aumento dos preços, bem como a maior presença de cambistas.
Uma pessoa racional deve enxergar a hipocrisia por trás desta legislação, que diz proteger o idoso e o estudante, mas faz exatamente o contrário. Esta segregação das pessoas em categorias é uma mera abstração, que serve apenas à estratégia do estado de dividir para conquistar. Na prática, todos arcam com os custos do intervencionismo, mais cedo ou mais tarde. Um estudante não será estudante para sempre. Durante a maior parte da sua vida ele não o será, sendo obrigado a pagar um ingresso maior que o de um mercado desimpedido, seja o preço maior inteiro para si próprio ou a metade de um preço maior para os seus filhos.
O idoso pagará metade de um preço maior utilizando a poupança que acumulou ao longo da vida. Esta poupança é menor do que seria sem a lei da meia-entrada, pois ele passará a maior parte da vida pagando o preço maior inteiro. Aritmeticamente a legislação não faz o menor sentido.
Por derradeiro, refuto a ideia de que a lei da meia-entrada incentiva à educação. Tal afirmação é autocontraditória. Consideremos que a sólida ciência econômica e o forte senso de ética e moral fazem parte de um bom processo educativo. Uma legislação baseada em falácias econômicas e que incita à aquisição de vantagens gratuitas mediante agressão é, logicamente, antieducativa.
Mas nem todos saem perdendo. As organizações emissoras da carteirinha de estudante, que terão seu oligopólio assegurado pelo novo projeto de lei, ganharão muito dinheiro. Os políticos e burocratas também se beneficiam com os votos do curral eleitoral estudantil. É este o único objetivo dos legisladores. Se a intenção fosse nobre, bastaria reduzir os impostos, que são responsáveis por quase metade do preço dos ingressos. Os defensores de uma lei de meia-entrada, com ou sem cotas, estão apoiando estes interesses impudicos e indo contra os interesses legítimos dos indivíduos honestos.
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2020.07.28 00:48 aquele_inconveniente Pedido de união: Vamos salvar o r/Portugal

Preâmbulo
O reddit português é curiosamente uma réplica caricata e em miniatura do mundo real. Não farei esta publicação escondido sob uma throwaway porque se peço transparência também tenho de o exigir a mim, ainda que possa trazer consequências.
À data desta publicação existe dois conceitos no reddit, o de "Portugueses", presente neste sub e o de "Portugal", latente no que se apelida como tal.
Tal como na vida real Portugal está entregue a uma quadrilha que tomou conta dele.Julgam-se acima dos Portugueses pois os donos de Portugal são a quadrilha e não os Portugueses.Julgam-se acima porque saibam que ordenam como e quando quiserem, que fazem e desfazem, que a prestação de de contas é feita de baixo para cima e não de cima para baixo.
Tal como na vida real houve um grupo que chegou primeiro e colocou a sua bandeira obrigando os restantes a obedecer e a calar. Assim como a Constituição que nos governo foi imposta aos portugueses sem plesbicito, também as regras do Portugal foi imposta aos portugueses por quem chegou primeiro e usurpou Portugal.
Tal como Portugal já pouco ou nada pertence aos Portugueses, também o Portugal não pertence aos Portugueses.
Tal como na vida real os Portugueses acreditam em igualdade e na liberdade de expressão. Os Portugueses, aquele povo pioneiro em tradições democráticas, que quando na Europa reinava o feudalismo tinha eleições abertas e livres nos seus concelhos, onde no concelho de Bragança, desde o século XII, se discutia a política de janelas abertas para que o povo ouvisse o que se dizia e quem o dizia para.Os Portugueses, aquele povo pioneiro na entre-ajuda, que quando na Europa reinava o salve-se quem puder, instalaram uma rede de apoio social espalhada por todo o seu Império para ajudar qualquer Português que não tivesse meios. Rede que sobreviveu até hoje apesar de ter perdido a relevância por novos e melhores mecanismos de equidade, a Santa Casa da Misericórdia.
Apesar de acreditarem em igualdade e na liberdade de expressão, infelizmente, os Portugueses vivem em Portugal. Como tal são vitimas de um sistema que aumenta os fossos entre barricadas, que trata de forma diferente amigos e inimigos do regime, e acima de tudo, são impedidos de exercerem a liberdade de expressão.O paralelismo é triste, mas tal como na vida real, assim o é no Reddit.

Chamada à Acção

Portugueses, acordai!
Portugal precisa de nós.
Portugal é um nome sagrado, o nome da nossa Pátria, do nosso Povo, da nossa Nação quase milenar.
Portugal tem de ser salvo e recuperado dos seus usurpadores. Portugal não pode ter o seu nome na lama por depender de ditadores arbitrários que colocam os seus interesses e ideologias pessoais à frente de si.
Portugal pertence aos Portugueses e é neles que existe a soberania e a legitimidade.
Peço o apoio para que se comece um movimento que procure o seguinte:
  1. Implementar um sistema democrático de eleição dos moderadores do Portugal pela comunidade do sub. Este sistema pode ser algo simples como a cada x meses (2 por exemplo) poder haver uma votação para um os mods sair da moderação e outra para eleger um membro da comunidade a mod.
  2. Garantir transparência na moderação, com um modmail público assim como "actas" de qualquer deliberação que tenha sido feita pela moderação na forma de conduzir o fórum ou de aplicar as sua regras
  3. Permitir à comunidade um parecer nas regras do sub para que estas reflictam aquilo que os Portugueses querem que Portugal seja
Para iniciar este movimento sugiro as seguintes fases:
  1. Declaração de apoio nos comentários desta publicação para que seja visível (PMs para mim não seriam transparentes) e partilha da publicação a fóruns que julguem relevantes para os Portugueses
  2. Assinatura de uma petição formal de pedido aos mods para aceitação das exigências da comunidade. Caso a moderação do Portugal seja adepta de valores democráticos estou certo que poderá haver uma solução que dê prestação de contas aos mods e que possa devolver o discurso livre.
  3. Envio da petição aos admins a demonstrar o desagrado da comunidade com os mods e pedir que intervenham para proteger a plataforma. Este passo apenas é necessário na ausência de resposta pela moderação.
  4. Como solução final, espalhar a mensagem pela web e reformular um sub com esta forma de moderação e deixar que a liberdade de expressão e a sensibilização deste movimento permite o êxodo gradual de Portugal para outro sub (tal como fazemos com a emigração...). Esse Êxodo pode depois ser usado para criar pressão para a recuperação do sub original ou então deixado para morrer e dar pelo menos uma nova terra para os Portugueses serem livres.

Quem está comigo?

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2020.07.27 21:56 Vl4dimirPudim Vc cazum não leu tudo, leia cazum isso é muito importante para o futuro do nosso mundo

Para todos quem lerem está mensagem, Aqui é o capitão Vladimir Pudim, e eu descobri algo que vai mudar o rumo do nosso mundo, a história do nosso universo e do mundo como conhecemos está em perigo!!!
Uma antiga lenda diz que Rasputin quando morava em Rússia 2, quando tava bêbado tinha conjurado um ser super poderoso espacial para vir aqui na terra e destruir tudo, pra imprecionar mulheres, nada Aconteceu.
Tudo começou na 2°guerra Gnomistica, eu era o líder da nação russa secundária, e estávamos cercando tarkov, avançamos até o Palácio presidencial de tarkov, e lá estava eu, sozinho no Palácio quando me deparo com uma porta claramente secreta, obviamente abria-a, quando abri a porta lá havia uma escadaria escura que levava a um porão. Nele tinha várias coisa, um mapa da Pudinisland, Vairias COIAS escritas em egípcio, vários livros. Fiquei dias naquele porão, estudando, meus estudos revelaram muitas coisas, ele se chamava Jorge, tinha uma força mística, um tamanho Planetario e chegava essa ano a terra, no final as pistas me levaram até Rasputown.
Lá em Rasputown conheci um grupo chamando Vistrirharzirkizek, eles conheciam bem o Rasputin, minha conversa com eles foi produtiva, Vairias informações precisas, também aproveitei para encontrar com Renatinho que andava muito preocupado com essa coisa, aliás ele nunca morreu, ele forjou a própria morte para sair da vida de celebridade justamente por isso, ele disse que com essa guerra não dava para trabalhar, mais ele não queria se expor, ele me deu a ideia de forjar minha própria morte também. Assim nasceu a operação barba ruiva.
A operação barba ruiva foi forjada, após ela Renatinho destruiu o exercício Gnomistico em segundos, e nos fomos para a Sibéria russa da russia normal, lá era um foco de anomalias, OS cientistas russo que estudaram as profecias, disseram que desde que o Rasputin fez isso, o tecido do espaço tempo se rompeu e se fundiu, causando anomalias como bugs e interferências, e talvez vários cazums.
Depois de muitas discussões Renatinho descido se sacrificar, sobemoz que o Jorge estava perto de biluland ( o planeta do Renatinho ), logo Renatinho se materializou em seu planeta e usou toda sua força para deter o Jorge, porém isso foi ineficaz e deixou o Jorge irritado, O Jorge materializa um raio partindo biluland ao meio e extinguindo o Renatinho para sempre. Eu estava lá, na base móvel na Sibéria, eu vi tudo. F
Logo após uma grande interferência enforma de vírus virtual atacou o sistema VladIOS, nos tentamos fazer um firewall mais nossas condições eram péssimas, nos fugimos mais alguns homens não conseguiram se salvar e foram pegos pela anomalia gravitacional é foram partidos para veio, alguns tiveram a mente controlada por eles e se juntaram a massa pensante.
mas eu consegui fugir e estou a salvo num local secreto do mundo junto com o quê estou da equipe, é praticamente impossível conseguirmos derrotado mais temos uma chance. Com nossas forças combinadas podemos derrotalo, talvez? É um tiro no escuro.
CAZUM
Primeiro precisamos derrotar o organismo viral virtual. Você tem que bugar o AI Dungeon em live emquanto o chat floda muitos códigos binários e códigos em letra.
Depois sair do tarkov vivo uma vez para para chamar os jogadores de tarkov para a batalha
Vc tem que jogar algum jogo de furry pra chamar esse público poderoso para o fronte
Todos os Cazums existentes se manifestam em suas redes sociais com suas características específicas para romper ainda mais o tecido do espaço tempo, assim os próprios bugs vão se virar contra ele
Faça uma vídeo imitando o mestre Ednaldo Pereira para chamar a ajuda dele na batalha.
Jogue KOGAMA pra podermos ter o apoio dos kogamadores
Mandem o máximo de invocar GNOMO possível os gnomos não são nossos inimigos são nossos aliados agora.
Por fim um hunger games com os personagens do canal, e o Jorge é seus aliados quem ganhar guanha a guerra
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2020.07.21 17:54 Executer13 [Não é o Inimigo Público] Chaves do autocarro do Aves estão desaparecidas e jogadores podem ter de ir a pé para jogo com o Benfica

[Não é o Inimigo Público] Chaves do autocarro do Aves estão desaparecidas e jogadores podem ter de ir a pé para jogo com o Benfica submitted by Executer13 to PrimeiraLiga [link] [comments]


2020.06.25 18:14 altovaliriano Por que Martin não quer falar sobre Qarth?

Em 2014, quando “O Mundo de Gelo e Fogo” foi lançado nos Estados Unidos, todos os cinco livros com que a saga hoje conta já haviam sido lançados. Em verdade, até mesmo “Atlas das Terras de Gelo e Fogo” já estava a venda havia dois anos. Portanto, os leitores esperavam que o livro co-escrito por Linda Antonsson e Elio Garcia Jr. servisse para aprofundar o conhecimento sobre um mundo que Martin vinha desnudando em câmera lenta, em um longo strip-tease de 18 anos.
O livro provou ser tudo isso e um pouco mais. O autor fictício do livro, meistre Yandel, não se limita a descrever ponto-a-ponto toda a geografia e história conhecida, como também explora relatos, lendas e rumores, ponderando sobre sua confiabilidade e autenticidade. Assim, mesmo a escassez de conhecimento objetivo não impediu meistre Yandel de nos apresentar aos rincões mais distantes do mundo em que “As Crônicas de Gelo e Fogo” se passam.
Exceto em três casos.
1. Os casos de Solarestival, Meereen e Qarth
Desde a primeira leitura de TWOIAF, é possível perceber que Yandel mantém a tragédia em Solarestival sob as mesmas névoas misteriosas que a encobrem na saga principal. Quando o meistre toca no assunto, é sempre breve e digressivo.
De fato, um dos golpes mais baixos de Yandel vem na forma de um relato do Arquimeistre Gyldayn que, convenientemente, estava parcialmente ininteligível em razão de uma mancha de tinta. Ao fim da leitura, era virtualmente possível ouvir as risadinhas de Martin, seguidas pelo tradicional “keep reading“.
O caso da Baía dos Escravos é bem mais sutil. O livro já começa antecipando um resumo sobre as cidades escravocratas. Mas Yandel se limita a relacioná-las com a queda do Império Ghiscari, e lhes retrata com desdém (TWOIAF, A Ascensão de Valíria).
No decorrer do livro, algumas pequenas notas complementam o resumo inicial com curiosidades, mas não há um capítulo dedicado à cultura e história de Astapor, Yunkai, Meereen ou mesmo da Baia dos Escravos como região (como ocorre com outras localidades mais insignificantes, como as planícies de Jogos Nhai).
Acredito que isto passe despercebido em grande parte porque muitos leitores não gostam da campanha de Daenerys na Baía dos Escravos, e perderam o interesse pela região ao longo dos livros. Contudo, como eu achava improvável que Martin compartilhasse da falta de entusiasmo dos leitores, eu senti vontade de verificar a razão do silêncio.
Eu encontrei a resposta em uma entrevista que Elio e Linda deram ao site Adria’s News em 2015. A intenção dos co-autores com isso era, de fato, esconder potenciais spoilers. Mas para minha surpresa, as razões de meistre Yandel era outras, decorrentes de sua personalidade: ele aparentemente abomina a escravidão.
Em todo caso, a entrevista acabou revelando algo muito mais interessante, que eu havia deixado passar. Abaixo transcrevo (e traduzo) a passagem interessante:
Você criou o personagem Meistre Yandel para ser o fio narrativo, mas ele é tendencioso como qualquer historiador é na vida real. Você decidiu que assim seria para ter uma abordagem mais realista ou para pôr possíveis spoilers sob um filtro ambíguo?
Elio M. García Jr: A maior parte das inclinações que vemos decorre do momento, no qual há pessoas importantes e poderosas que ele não deseja ofender. O que será que ele realmente pensa? Essa é a questão. Certamente, ele não deve ter pensado bem no que os Martells iriam falar quando ele escreveu que Elia pode ter assassinado seus próprios filhos. Eu não consegui acreditar que eu inventei isso, mas se ele está preocupado com os Lannister ficarem irritados, ele tem que explicar a morte deles de alguma forma. De todo modo, eu não acho que ele vai passar as férias em Dorne durante algum tempo. Mas, de modo geral, o viés serve apenas para ser realista, haja vista que ele é muito consciente sobre a política do tempo em que ele está escrevendo. Os spoilers foram escondidos ao colocarmos coisas que ele não trata muito, como Qarth e Meereen, pois ele acha que eles são lugares horríveis, com a escravidão e tudo mais, mas também porque George não nos fornecia nada sobre Qarth. O outro grande foco de spoilers era Solarestival, mas George não quis nos informar muito sobre isso também.
Assim, se por um lado, vemos que informações sobre Meereen, Qarth e Solarestival têm sido escondidas do público, por outro, ficamos sabendo que Martin considera que manter segredo sobre Qarth é tão importante para a trama quanto o sigilo sobre o que aconteceu em Solarestival.
E, de fato, Qarth não tem um capítulo em “O Mundo de Gelo e Fogo”. Fora apresentar informações pontuais (algumas até repetições do que havia sido explicado em outros livros), tudo que Yandel diz é: “Sobre a misteriosa Qarth, não posso apontar fonte melhor do que Compêndio de Jade, de Colloquo Votar, o trabalho mais importante sobre as terras ao redor do Mar de Jade” (TWOIAF, Além do Reino do Pôr do Sol: Outras Terras).
Qarth, portanto, merece ser melhor examinada.
2. O que poderia haver em Qarth?
A importância de Solarestival e Meereen são facilmente percebidas. A tragédia de Solarestival será o capítulo final da vida de Dunk e Egg e é um segredo em si mesma. Por sua vez, vimos que o que divide Meereen entre seguidores de Daenerys e falsos amigos da rainha são razões históricas. Portanto, é razoável que Martin prefira deixar os bastidores históricos para “Os Ventos do Inverno”, e surpreender os leitores, do que colocar três páginas a mais em “O Mundo de Gelo e Fogo”.
A história de Qarth, por outro lado, tem implicações diferentes. Uma vez que a cidade nunca foi parte dos domínios valirianos, é muito capaz que essas duas civilizações já tenham guerreado. De fato, em “A Fúria dos Reis”, um dos cavaleiros dothrakis de Daenerys encontra algo relevante ao Sul de Vaes Tolorro:
Rakharo foi o primeiro a voltar. Ao sul, o deserto vermelho estendia-se por uma longa distância, ele relatou, até terminar numa costa desolada junto à água venenosa. Entre aquele lugar e a costa havia apenas turbilhões de areia, rochedos polidos pelo vento e plantas eriçadas de espinhos pontudos. Tinha passado junto às ossadas de um dragão, jurou, tão imensas que havia conduzido o cavalo por entre as suas grandes maxilas negras. Além disso, nada viu.
(ACOK, Daenerys I)
Essa impressionante descrição se assemelha à de outros animais formidáveis, muito conhecidos pelos leitores:
[…] Os poetas tinham-lhes atribuído nomes de deuses: Balerion, Meraxes, Vhagar. Tyrion estivera entre suas maxilas escancaradas, sem palavras e cheio de respeitoso temor. Podia ter entrado a cavalo pela garganta de Vhagar, embora não fosse possível voltar a sair. Meraxes era ainda maior. E o maior de todos, Balerion, o Terror Negro, podia ter engolido um auroque inteiro, ou até mesmo um dos mamutes peludos que diziam viver nas frias extensões para lá do Porto de Ibben.
(AGOT, Tyrion I)
Portanto, a ossada descoberta no Deserto Vermelho indica que o dragão que morreu ali era comparável aos maiores dragões da dinastia Targaryen. À luz da negativa de Martin de elaborar mais sobre a história de Qarth, essa descoberta passa a ser mais chamativa, pois parece indicar que, no passado, os qaathi (povo do qual os qarthenos são os últimos descendentes vivos) foram capazes de derrotar dragões desta magnitude.
Outro item que conecta valirianos e quarthenos é o berrante Atador de Dragões. Euron Greyjoy afirma ter reivindicado o artefato quando caminhou sobre Valíria. Contudo, muitos leitores (e até personagens) duvidam dessa afirmação, e acreditam que Euron roubou o berrante dos magos qarthenos que ele sequestrou (dentre os quais, o inimigo declarado de Daenerys, Pyat Pree). Esta suspeita encontra respaldo em uma fonte semi-canônica (APP, Qarth).
Entretanto, para fins da presente reflexão, interessa saber como os magos da Casa dos imortais conseguiram um berrante com glifos valirianos, feito de chifre de dragão, que supostamente tem o poder de submeter e “atar” dragões à vontade de quem quer que o sopre.
É difícil de se pensar que valirianos presenteariam qarthenos com instrumentos mágicos capazes de domar dragões, à qualquer título que fossem (ex: presente de casamento, oferenda aos imortais ou recompensa por serviços). Seria mais simples que alguém em Qarth o tivesse roubado dos valirianos. Não necessariamente enquanto os donos originais estivessem vivos.
Enquanto refletia sobre o adestramento de Drogon, Daenerys recordou que “os senhores de dragões da antiga Valíria controlavam suas montarias com feitiços de ligação e cornos mágicos” (ADWD, Daenerys X). Nesse sentido, a ossada do dragão no Deserto Vermelho poderia ser uma pista de como os magos o adquiriram. A pilhagem do cadáver de um cavaleiro de dragão que a cidade logrou derrotar explicaria a origem do berrante.
O artefato mágico, inclusive, poderia explicar porque os valirianos nunca expandiram seu império até Qarth. De posse do berrante, os qarthenos poderiam neutralizar o perigo dos dragões de Valíria. O Deserto Vermelho e as muralhas triplas forneciam a proteção da cidade contra investidas por terra, porém o Atador de Dragões seria a garantia de que Qarth estaria à salvo do fogo dos dragões.
Por fim, a última razão: George poderia ainda estar preocupado em dividir informação sobre Qarth porque teria que revelar os segredos da Casa dos imortais e da ordem dos Magos qarthenos, da Sombra da Tarde que eles consomem e das árvores de casca preta e folhas azuis (represeiros de cor invertida) de onde a bebida é extraída.
A mais breve incursão em tais assuntos poderia revelar demais sobre a trama que Martin está reservando para os próximos livros. De fato, os magos de Qarth retornaram à cena em “A Dança dos Dragões” com Euron Greyjoy e chegaram a Westeros antes de Daenerys. Portanto, sua crescente importância como vilões revela um potencial para influenciar o próprio final da saga.
Assim, é natural que Martin procure contornar qualquer oportunidade de falar sobre os magos e a natureza de sua magia. É certo que, como uma organização milenar em Qarth, a Casa dos Imortais deve ter desempenhado papel ativo na proteção da cidade contra eventuais investidas dos valirianos e outros invasores. Assim, falar sobre a história de Qarth é, de certa forma, discutir a natureza dos poderes do magos.
Essas são as razões que consegui supor. Como vemos, todas essas especulações são muito coerentes… mas não temos como afirmar nada disto com convicção.
Com efeito, Qarth não é o único lugar do mundo conhecido que possui organizações secretas com perfil mágico. Yandel foi capaz de dedicar um capítulo inteiro a descrever Braavos em ricos detalhes (apresentando um mapa, inclusive) sem que nenhum segredo dos Homens sem Rosto fosse revelado em “O Mundo de Gelo e Fogo”. Outro capítulo foi dedicado à Asshai (onde também há magos qarthenos em atividade) e a cidade continua tão misteriosa e insondável como sempre. Porto Real foi muito citada e explorada, mas não ganhamos nenhum conhecimento novo sobre a Guilda dos Alquimistas.
Assim, não há razão para acreditarmos que Martin não seria capaz de apresentar a história e a cultura de Qarth evitando discutir a natureza da magia praticada na Casa dos imortais.
Quanto ao Atador de Dragões, apesar de que a hipótese apresentada logre juntar os poucos elementos que temos à disposição de modo coerente, não há qualquer justificativa para nos fecharmos a outras possibilidade. Ou, questiono eu, seria absolutamente impossível que Martin alegasse que, no passado, um senhor de dragões valiriano sem montaria caiu em desgraça, passou por Qarth e vendeu seu valioso berrante para refazer sua fortuna? É uma explicação plausível.
Tampouco cabe alegar que um valiriano jamais cederia o berrante porque isso possibilitaria que Qarth desafiasse Valíria, pois, veja: independentemente de como o conseguiram, os magos têm um berrante. Se isso os pusessem em condições de competir com a península valiriana, o desafio já teria acontecido. E se o desafio já tivesse acontecido, Qarth teria se tornado sede de poder e teria seus próprios dragões. Como nada disso aconteceu, devemos concluir que o Atador de Dragões sozinho não tinha poder o suficiente para abalar Valíria.
Por outro lado, a carcaça de dragão em meio ao Deserto Vermelho dificilmente é prova contundente de coisa alguma, exceto de que ali foi o local do último descanso da fera. Pensar que a criatura era montada por um cavaleiro de dragão é mera especulação.
Ossos de dragão têm sido encontradas de Ibben a Sothoryos. Yandel acredita que isso é evidência de que essas criaturas, ainda que originárias das catorze chamas, “devem ter se espalhado pela maior parte do mundo conhecido antes de serem domados” (TWOIAF, História Antiga: A Ascensão de Valíria).
Além disso, há quem acredite que os dragões surgiram nas “Terras das Sombras para lá de Asshai e das ilhas do Mar de Jade“ (AGOT, Daenerys III). Portanto, os ossos no deserto vermelho podem ser apenas restos de um antigo dragão selvagem.
3. O mistério da fonte
Uma vez que Martin escolheu não nos dar uma fonte primária confiável sobre a história e cultura de Qarth, somente nos resta analisar a fonte a que ele faz remissão: o “Compêndio de Jade”, escrito por Colloquo Votar, um aventureiro de Volantis.
A obra de Votar foi mencionada primeira vez em “O Festim dos Corvos”, e depois novamente em “A Dança dos Dragões” e “O Mundo de Gelo e Fogo”. Na saga principal, porém, o livro não se limita a ser citado. Ele aparece na Muralha. Sam busca um exemplar nas bibliotecas subterrâneas de Castelo Negro para entregar a Meistre Aemon, que, depois de examiná-lo com ajuda de Clydas, o entrega ao Lorde Comandante Jon Snow.
Enquanto relia os livros para escrever esse artigo percebi pela primeira vez que o trecho em que Aemon e Jon conversam brevemente sobre o Compêndio de Jade aparece tanto em “O Festim dos Corvos” quanto em “A Dança dos Dragões” (AFFC, Samwell I; ADWD, Jon II). Fica parecendo que Martin achou por bem frisar aquela conversa.
Ao apresentar o Compêndio a Jon Snow, a intenção de Aemon era que o Lorde Comandante percebesse que a espada de Stannis não se parecia com a Luminífera da profecia de Azor Ahai. Jon chega a ler o livro, mas apenas nas páginas que o velho meistre fez Clydas marcar. O Lorde Comandante resume assim o trecho que leu (grifos nossos):
[…] – Eu olhei o livro que Meistre Aemon me deixou. O Compêndio de Jade. As páginas que falam de Azor Ahai. Luminífera era a espada dele. Temperada com o sangue de sua esposa, se é possível acreditar em Votar. Depois disso, Luminífera nunca foi fria ao toque, mas quente como Nissa Nissa havia sido quente. Em batalha, a lâmina queimava ardente em fogo. Uma vez Azor Ahai lutou com um monstro. Quando enfiou a espada pela barriga da criatura, o sangue do monstro começou a ferver. Fumaça e vapor saíram de sua boca, os olhos derreteram e escorreram pela sua face, e seu corpo explodiu em chamas.
Clydas piscou.
– Uma espada que faz seu próprio calor…
– … seria uma coisa boa na Muralha. – Jon colocou a taça de vinho de lado e vestiu as luvas negras de pele de toupeira. – Uma pena que a espada que Stannis empunha é fria. […]
(ADWD, Jon III)
A parte em negrito acrescenta fatos novos à versão da lenda de Azor Ahai que nos foi contada em “A Fúria dos Reis” por Sallador Saan. Desse modo, parece que o Compêndio conta com uma versão mais completa do mito. E esta versão teria sido resultado das viagens de um estrangeiro, Colloquo Votar, por “todas as terras do Mar de Jade” (AFFC, Samwell I ; ADWD, Jon II). E entre as terras estão Qarth, Yi Ti e Leng.
Por coincidência, este é o livro cujo relato sobre Qarth é, na opinião de meistre Yandel, a melhor fonte de informações que Westeros tem sobre a cidade e arredores (TWOIAF, Além do Reino do Pôr do Sol: Outras Terras ; TWOIAF, Os Ossos e Além: Yi Ti). O livro provavelmente também é a fonte mais completa. Caso contrário Yandel não se limitaria a dizer ao leitor para consultar o “Compêndio”.
Obviamente, a declaração de Yandel foi a forma achada por George Martin para nos dizer que só teremos acesso ao Compêndio (e a informações sobre Qarth) através do que as personagens nos contarem. Entretanto, ao colocar as coisas assim, Martin também nos revela que o Compêndio deve conter informações relevantes inéditas.
Mas quais são as informações que o “Compêndio de Jade” nos deu até o momento?
Samwell Tarly se refere ao livro como “um grosso volume de contos e lendas do Oriente” (AFFC, Samwell I), e realmente contos e lendas é tudo que sabemos haver nele. Segue a lista do que ouvimos falar:
  1. A versão mais completa que já ouvimos sobre a lenda de Azor Ahai e Luminífera, transcrita acima (ADWD, Jon III);
  2. uma lenda curiosa de Yi Ti sobre uma mulher com uma cauda de macaco que logrou trazer de volta o sol, após este ter escondido seu rosto da terra por uma geração – a lifetime, em inglês –, envergonhado de algo que ninguém jamais descobriu o que era (TWOIAF, História Antiga: A Longa Noite);
  3. O melhor relato sobre Qarth, na opinião de meistre Yandel (TWOIAF, Além do Reino do Pôr do Sol: Outras Terras);
  4. A afirmação de que, sob cada cidade de Yi Ti, existem outras três cidades mais antigas enterradas (TWOIAF, Os Ossos e Além: Yi Ti);
  5. o relato de que a Imperatriz de Leng, em pelo menos quatro vezes na história da ilha, condenou todos os estrangeiros da ilha à morte com base em ordens recebidas dos “Antigos”, deuses que viviam nas profundezas das cidades subterrâneas em ruína (TWOIAF, Os Ossos e Além: Leng).
Podemos observar que, fora o que já tratamos ao longo deste artigo, somente temos informações sobre Yi Ti e Leng, regiões que a primeira vista não são de interesse para a trama principal.
Ademais, das três informações, somente uma faz referência indireta a algo de interesse da trama principal: uma lenda sobre a experiência de Yi Ti durante a Longa Noite, em que uma heroína com cauda de macaco salvou o mundo de uma catástrofe.
Ocorre que essa lenda em específico parece reverberar na cultura de Yi Ti até os dias de hoje, da mesma forma como a lenda de Azor Ahai parece estar entranhada nos costumes dos qarthenos.
Não parece ser à toa que o livro pelo qual os westerosis tem a mais completa fonte de informações sobre Qarth é aquele que também contém a versão mais completa da lenda de Azor Ahai.
Explico: há algum tempo, leitores absolutamente detalhistas sugeriram que os vestidos femininos dos qarthenos, que deixam um seio exposto seriam uma referência à Nissa Nissa, a quem, segundo a lenda, Azor Ahai teria ordenado “desnude o peito, e fique sabendo que a amo mais do que a qualquer outra coisa no mundo” (ACOK, Davos I) antes de temperar luminífera em seu coração.
Isso já me soava como algo que se encaixa bem com o estilo de criação de mundo de Martin. Quando, à luz disso, eu li sobre a heroina com cauda de macaco, imediatamente me lembrei que Daenerys havia observado no mercado oriental de Vaes Dothraki “os homens de olhos brilhantes de Yi Ti com seus chapéus de cauda de macaco” (AGOT, Daenerys VI) e que “um gordo comerciante de tecidos de Yi Ti regateava com um pentoshi o preço de um corante verde qualquer, fazendo oscilar de um lado para o outro a cauda de macaco do chapéu quando balançava a cabeça” (AGOT, Daenerys VI).
Portanto, me sinto forçado a concluir que a influência que os mitos da Longa Noite exerceram sobre a moda de Yi Ti e Qarth foi criada para servir de exemplo de equiparação.
Este caso foi feito para servir de parâmetro e possibilitar ao leitor decifrar as correlações entre os eventos descritos no Compêndio de Jade e elementos da vida cotidiana das personagens, escondidas sob a fachada de contos e lendas de terra estranhas.
Por isso, acredito que o silêncio de Martin sobre Qarth funciona como convite à reflexão das evidências cifradas a nossa disposição. E, conforme se vê da lista acima, há no mínimo mais dois de relatos do livro de Colloquo Votar cuja funções na narrativa permanecem desconhecidas.
O que vocês acham?
submitted by altovaliriano to Valiria [link] [comments]


2020.06.18 17:13 rannytype Eu apenas me sinto sem sentido...

Eu tenho 17 anos, vivo cada dia de uma vez me pesando pelos pensamentos ruins que eu tenho, por fato de achar eles irrelevantes, por crer que a minha vida é muito mais privilegiada que a dos outros e que meus problemas não são tão grandes quanto o de ninguém, muitas vezes também deixo de dizer o que eu sinto por medo de ser julgado, devido a como eu vejo as pessoas tratarem as outras, dizerem que se importam e no final não dão a miníma (claramente eu sei que não são todas, mas mesmo assim prefiro não botar a mão no fogo por ninguém).
Sempre tive uma infância bem tranquila, meu pai faleceu aos 4 anos, creio que pela idade eu não senti tanto pela perca dele, sempre buscava chamar atenção dos outros desde pequeno e essa vontade de atenção cresceu dentro de mim até hoje, apesar disso, eu fiz muitos ''amigos'' daqueles o qual você não vai pra pedir um conselho, mas vai para ir ao um rolê. Tenho poucos amigos que realmente estão comigo, mas mesmo assim eu não abro muito de mim pra eles por insegurança de ser julgado e até mesmo por ser menosprezado pela baixa magnitude dos meus problemas.
Bom então acho que vocês já entenderam agora vou desabafar o que eu conseguir, sempre vivi pensando muito, como dizem a própria mente é o pior inimigo de uma pessoa, nunca acreditei em religiões ou algo do tipo por simplesmente não conseguir acreditar mesmo, assim eu desenvolvi uma certo pensamento sobre a vida e que ela não faz sentido nem nada, por mais besta que seja isso eu fico pensando e pensando, desenvolvi medos de falar com algumas pessoas que já me causaram dores muitos grandes, evito falar o que penso, e tenho medo de ser eu mesmo por medo das pessoas ao redor de mim. Dessa maneira, eu sinto que eu estou deixando de viver meu ''eu feliz'' e perdendo tempo com medo e não sei como faço para trabalhar minha mente e retirar esses medos, sei que muitos são sem sentido, mas tem outros que já são complicados de trabalhar, por exemplo, eu perdi 50% da audição, porque eu jogava muito e ouvia muita música alta a pouco tempo atrás e agora estou sendo obrigado a usar aparelho para poder conversar e ouvir melhor, mas mesmo assim eu tenho vergonha por sentir que isso é algo vulnerável meu que eu não posso mostrar pra ninguém e até mesmo pelo que isso me causa, sonhos e até mesmo pensamentos péssimos, com isso eu não uso em público e deixo de entender o que as pessoas me dizem e me sinto constrangido por isso e no final fico me culpando por ser tão medroso e nessa quarentena eu só acabei me afundando a isso e a outras coisas que penso...
Espero que entendam o texto, não consegui soltar muito e acho que isso foi muito um texto que só joguei coisas aleatoriamente e não da para entender tanto a minha dor, mas é isso o que eu consegui soltar durante esse sentimento de prisão comigo mesmo. Fico grato a quem puder trocar alguma ideia ou algo do tipo comigo, em relação a isso.
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